12 Jun 2009

São tempos mais difíceis do que a gente se pensa... Um PP "presuntamente" impune ante a justiça, alguém da mais?

Escrito por: Galêzio Rodrigues Ferreira el 12 Jun 2009 - URL Permanente

Manuel Roberto (arquivo)
Fontela acusa espanhóis de “controle de correspondência” e “sequestro de livros”

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José Luís Fontela queixa-se de perseguição
Presidente da Comissão Galega do Acordo Ortográfico pede asilo a Portugal
11.06.2009 - 13h29 Lusa
O presidente da Comissão Galega do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, José Luís Fontela, disse hoje à agência Lusa que pediu asilo político ao Governo português, como primeiro passo para pedir nacionalidade portuguesa.

“Quero liberdade. Pedi asilo político para que não me tirem direitos, liberdades e garantias”, disse José Luís Fontela, advogado, poeta e escritor, acusando os serviços de informação espanhóis de “controle de correspondência” e “sequestro de livros”.

Fontela, natural da Galiza, referiu que vive em Portugal “desde 1992”, primeiro em Viana do Castelo, depois em Valença, onde ainda tem residência oficial, e agora em Braga, onde quer continuar a viver.

O pedido de asilo político, enviado por carta ao Conselho de Ministros, é o “primeiro passo” para pedir a nacionalidade portuguesa, mas José Luís Fontela aceita outro estatuto. “Se me derem estatuto de apátrida, fico contentíssimo”, salientou.

O advogado e poeta afirmou que desde os nove anos que lhe chamam “separatista”, por ser republicano, tal como o seu pai, e defender o Português como língua oficial e nacional da Galiza. “Defendemos a língua portuguesa como língua oficial da Galiza. É uma linha cultural. Aqui não há nada de político”, frisou, afirmando-se “republicano, federalista, democrata e socialista”.

José Luís Fontela referiu que enviou da Galiza vários livros de poemas, de linguística, de pintura e de escultura para pessoas de outros países, como a Alemanha e o Brasil, mas não chegaram ao destino. A seguir, fez o mesmo a partir de Portugal, e os livros chegaram, pelo que concluiu que os serviços de informação espanhóis, que apelidou de “polícia política monárquica”, estão a fazer “controles de correspondência” e a “sequestrar cartas e livros”.

Fontela disse ainda que anexou ao pedido enviado ao Governo português uma carta dirigida ao ministro do Interior de Espanha em que denuncia os alegados sequestros de correspondência

02 Jun 2009

Galeguistas do PP receitam afastar-se de "Galicia bilingüe", uma organização extremista que não aceita a língua própria da Galiza:Português,Galego-português ou Galego...só questão de nomes para um só idioma.

Escrito por: Galêzio Rodrigues Ferreira el 02 Jun 2009 - URL Permanente

Ser anti galego na Galiza a final vai ter "peagem"...como o tem na Catalunha... alguém viu o derradeiro mitim do Rajoi em Catalunha? Quantas pessoas havia, 30 ou 40? Na Galiza vai mais de vagar porque este é um país lento, com muitos velhos dominados pelo caciquismo, esses que se convertem em "guias" dos ignorantes, dos maiores, são aqueles que se oferecem, os caciques, para tudo. O mesmo preencher uma solicitude a quem sabe pouco que convidam a um vinho na cantina da quinta, em fim, mas que ninguém esqueça, Galiza não é facha por ideologia, não.

Galleguistas del PP recetan distanciarse de Galicia Bilingüe

El debate sobre la política lingüística de Feijóo se traslada a su propio partido ·· Le recomiendan que se distancie de las tesis de Galicia Bilingüe

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Tener una mayoría de 38 diputados no garantiza la pacificación de un partido, como mucho pone en sordina viejas diferencias que no acaban de cicatrizar y que se pueden reabrir con un poco de sal. La victoria de Feijóo parecía que había actuado como un bálsamo que dejaba enterradas las distancias entre los de la boina y el birrete en aras de la recuperada gobernabilidad.

Pero el debate abierto sobre la política lingüística del presidente Núñez Feijóo ha llegado a un sector del PP al que no acaba de convencer que la subida de votos en las ciudades sea la consecuencia directa de las promesas electorales sobre el gallego. Son los mismos que no ven con buenos ojos que se haya comenzado a descafeinar la "G" que da sello al PP de aquí. "En Euskadi y en Cataluña el PP no pinta nada". Con esa visión ya han comenzado a plantear la creación de grupos de áreas de estudio galleguistas para recuperar una línea en la que la renovación ha borrado a los principales referentes.

La desconfianza con la que los de la boina miraban a los del birrete, es la misma con la que ahora los que defienden una mayor definición en el galleguismo miran a los genoveses, los que han aplaudido la libertad lingüística que promueve Feijóo como un síntoma del españolismo en el que se sienten más cómodos.

A los galleguistas no les convence la tesis de que el idioma fue clave en la recogida de votos que cimentó la victoria que devolvió la Xunta al PP. Creen que durante la campaña se enarbolaron "demasiadas banderas" a las que ahora será difícil contentar. Son los mismos que advierten de que la euforia de ganadores no puede dejar que se pudra en el cajón la teoría de que las elecciones las perdió el bipartito.

La advertencia ya le ha llegado al presidente de la Xunta para que su decisión de rodearse de gestores para gobernar no se convierta en el caldo para alimentar el síndrome de Monte Pío, el que aleja al político de la realidad y lo deja a merced del autismo presidencialista.

No hay ninguna revuelta en el PPdeG porque la victoria obliga con el ganador, pero las primeras sugerencias ya han comenzado a entrar en el despacho de Feijóo. No solo recuperar el sello galleguista que bracea dentro del PP para no ahogarse, "alejarse" de Galicia Bilingüe, y mantener el pulso firme con los tres diputados a los que hubo que frenar cuando plantearon hablar en castellano en el Parlamento.

. mcastro@elcorreogallego.es

REFERENCIA

Roces en torno al Plan de Normalización

Las referencias del nuevo presidente en sus primeros discursos a insignes galleguistas no ha sido suficientes para los populares que no comulgan con que al Plan de Normalización Lingüística se considere tan solo como una referencia. Ahora se mantienen a la expectativa .

25 May 2009

REFLEXÕES QUE NÃO PRETENDEM CONVENCER NINGUÉM.

Escrito por: Galêzio Rodrigues Ferreira el 25 May 2009 - URL Permanente

REFLEXÕES QUE NÃO PRETENDEM CONVENCER NINGUÉM.

Como galego internacional que sou, viajo por todo o mundo e sinto nojo por algumas atitudes patéticas dalguns jornais galegos, esses que se pensam representantes de alguém, tipo "La Voz de Galicia", o "Faro" ou o "Correo"!!

Quando isto da internet começava eu desde qualquer parte do mundo entrava sempre nestes portais dos jornais pretendida- mente galegos, "La Voz..." etc só queria informação real do país, só isso...andado o tempo fum descobrindo que de galegos nada, eles pretendem suprimir, com a cumplicidade do PP todo aquilo que nos distingue como povo, não como povo melhor, não, só como povo...assim como castela tem direito a viver só em castelhano, o povo galego não tem direito a viver no seu idioma... e eu pergunto-me o porquê?

Asseguro-lhes que o dia que Espanha defenda do mesmo jeito o galego e a cultura galega (na Galiza) tal e como defende o castelhano, eu serei mais "espanholista" que os "madridistas", afirmo!

Bom, pois o desencanto tem isto, que terminas por ignorar tudo aquilo que para outros é importante, ou para ti o era também, assim que só entro, apenas, nos portais do "El Pais", Público(tanto no ".es" quanto no ".pt"), e quanto à Galiza apenas terminei por me interessar por "Vieiros" que tampouco é uma cousa do outro mundo, mas pelo menos me não zango quando os leio que já não é pouco...Mas tampouco é grave, afinal os jornais que se identificam só com um partido político (que paga?) não podem pretender que os leiam mais alá dos militantes desse partido, não é Obelis?

Eu, pois, não pretendo que vocês me sigam, só pretendo comunicar meu estado de ánimo, e meu estado agora é assim, desencantado com certos jornais que têm demonstrado pouca ética e mesmo o desencanto continua com aqueles que sendo corruptos o povo segue a votá-los, e porquê os não "bota"?

19 May 2009

Camilo Nogueira em "Vieiros" opina do "galego"...

Escrito por: Galêzio Rodrigues Ferreira el 19 May 2009 - URL Permanente

O acosso que não diz o seu nome

LUGAR DOS ROMANZINHOS.

http://www.vieiros.com/

17:00 19/05/2009

A manifestação deste domingo em Compostela poderia constituir o ponto de partida de uma atitude que supere definitivamente o estado de morneza com que se tem enfrentado a normalização do uso do galego na rara época democrática que estamos a viver, depois de séculos de negação.

Aguilhoada polo proceder antidemocrático e provocador do Partido Popular -que se atreve a considerar como normal que os governantes não saibam expressar-se na língua do país que governam e chama liberdade à negação da língua de Galiza- a participação na marcha e o entusiasmo suscitado abrem o caminho a seguir para vencer as ideias perversas agachadas trás da não imposição, o bilingüismo harmónico, a convivência amável e ainda da inferioridade e a limitação cultural do idioma próprio, que só se vozeam impunemente contra as línguas das nações sem Estado; num condenável paradoxo em Galiza contra o galego. Usado aqui como um mantra que evita utilizar a razão, o argumento da imposição deviria em esperpento de contemplar-se como tal o uso do espanhol nas clases de matemáticas nas escolas madrilenhas ou o inglês nas de Londres. A demonstração de Santiago constitui um valioso estímulo para vencer a um acosso político e cultural que não diz o seu nome.

Os séculos de marginação deixaram uma pegada na sociedade que é preciso superar através do convencimento. É certo igualmente que o papel das famílias resulta fundamental, como também o é que nesta nesta circunstância resulta urgente lograr avances concretos no uso da nossa língua. Mas é necessário compreender que a normalização do galego, uma língua social e política como todas as línguas, depende principalmente, e mais neste tempo, da existência de um Estado ou uma institução que cumpra uma função estatal, assumindo essa responsabilidade pacificamente e sem equívocos. É isto assim em Galiza, como o é em Holanda, na Confederação Helvética ou em Catalunha.

Os problemas decisivos para à normalização não estão na gente. Só desde a ignoráncia ou da ânsia insultante de dominio se argumenta negativamente sobre a adequação ou limitação do galego para abranger todas as áreas do conhecimento ou da relação humana. Na sua origem e no presente, os obstáculos estão nas instituições políticas. Hoje é um Governo galego subordinado e alienado o que o despreça, e o Estado espanhol quem leva a negação até o ponto de impor em Galiza o dever de conhecer o castelam, considerando anticonstitucional o dever de os galegos saberem a sua própria língua, um preceito este que é preciso combater em defensa de um direito fundamental.

Bem-vinda pois a dialéctica política sobre a normalização do uso do galego reforçada com a manifestação do Dia das Letras Galegas. Tem ao seu favor a realidade de que, malia a perda de falantes monolíngues em galego ocasionadas polo domínio do Estado, a irresponsabilidade censurável dos Governos autonómicos e a abrupta e súbita mudança da estrutura económica e social, a consciência em prol do galego como língua própria e nacional, e também universal, e a determinação sobre o seu emprego pleno como tal, são agora mais amplas que em tempo algum no último século.



16 May 2009

El PP pide que se sancione al Barça...Para quando estes vão propor a proibição do galego, vasco e catalã?

Escrito por: Galêzio Rodrigues Ferreira el 16 May 2009 - URL Permanente

Para quando estes "iluminados"vão propor a proibição do galego, vasco e catalã?

http://www.sport.es/default.asp?idpublicacio_PK=44&idioma=CAS&idnoticia_PK=612764&idseccio_PK=803

POR LOS PITIDOS DEL HIMNO

El PP pide que se sancione al Barça

El PP ha instado hoy a la Real Federación de Fútbol Español (RFEF) a que sancione al F.C. Barcelona y al Athletic de Bilbao por la pitada de sus respectivas aficiones a los Reyes y al himno nacional durante la final de la Copa del Rey

09 May 2009

A língua própria é a que tem que ser a predominante, Catalão,Galego-português e Vasco...Então será o dia de chamar-nos todos "hespanhóis"?

Escrito por: Galêzio Rodrigues Ferreira el 09 May 2009 - URL Permanente

A língua própria é a que tem que ser a predominante, Catalão,Galego-português (GALIZA) e Vasco...Então será o dia de chamar-nos todos "hespanhóis"? Ser espanhol não significa que se tenha que ser castelhano?

Catalunha aposta polo ensino em catalám

Pola contra, em Valência potenciará-se o inglês

Sexta, 08 Maio 2009 08:10

PORTAL GALEGO DA LÍNGUA.

Atençom, abrirá numha nova janela. Versom para impressomEnviar por E-mail
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Desigual promoçom do catalám nos Países Cataláns

PGL Países Cataláns - A Comissom de Educaçom do Parlamento da Catalunha aprovou o informe do relatório da Lei de Educaçom. Se bem nom foi poissível incrementar o número de horas de ensino em catalám, evitou-se prejudicar o aprendizado neste idioma esquivando um decreto do Ministério espanhol que obrigava a aumentar as horas de língua castelhana.

Segundo o decreto, que data de 2006, os centros educativos cataláns devem impartir ao menos três horas à semana de língua e literatura castelhanas na etapa de educaçom primária (6 a 11 anos), quando actualmente a maior parte leccionam duas.

O acordo na Comissom adoptou-se graças aos votos do grupo de governo (PSC, ERC e ICV). Da oposiçom só votou a favor o partido nacionalista catalám CiU, sendo o resto de votos contrários (Ciudadanos e PP).

Ainda, o texto da Lei de Educaçom da Catalunha reafirma as competências do governo autonómico sobre esta matéria, incluindo umha disposiçom transitória que especifica que enquanto nom se desenvolver a lei, aplicarám-se os actuais decretos, que reafirmam a autonomia catalá e garantem a aposta na língua autóctone.

Valência discrimina o catalám promovendo o inglês

A outra cara da moeda temo-la no País Valenciano, onde o governo autonómico (governado polo PP) continua utilizando a língua inglesa como instrumento para prejudicar o ensino em catalám.

O governo autonómico projecta que o 80% do ensino se realize em inglês, fazendo com que se reduza a presença do valenciano (variedade autóctone do catalám). Por enquanto só se experimentará com este modelo em três centros, mas a intençom é a de estender o modelo a toda a comunidade.

Esta pretensom já se encontrou com a oposiçom de diferentes colectivos educativos e até dos sindicatos. Umha destas associaçons, Escola Valenciana, denuncia que nom se trata de um programa plurilingüe, mas monolingüe, já que fora do inglês só haverá duas matérias noutra língua: a de Língua Castelhana e a de Língua Valenciana. Reclamam um verdadeiro plano plurilingüe que passaria por garantir as competências lingüísticas do alunado e por fazer prevalecer o ensino em catalám.

18 Abr 2009

As "FAES" do Aznar preocupados pela importância do Galego-português, isso é, pela importância dum idioma internacional que se fala na Galiza.

Escrito por: Galêzio Rodrigues Ferreira el 18 Abr 2009 - URL Permanente

As "FAES" do Aznar preocupados pela importância do Galego-português, isso é, pela importância dum idioma internacional que se fala na Galiza.

Vaia, vaia... agora seica Galiza é perigossa!?

http://documentos.fundacionfaes.info/document_file/filename/2356/papel_95__3_.pdf

Isolanos frente a reintegratas

Pero la gran batalla intergalaica, aquella
que señorea cualquier discusión
sobre la lengua y hace estallar en insultos
los foros internos del nacionalismo,
es la que disputa las grafías de la neolengua.
Los isolacionistas defienden la
existencia de una norma lingüística propiamente
gallega. Los reintegracionistas
luchan por acercar (reintegrar) esta
norma a la del portugués. Los más radicales
de estos últimos van más lejos
y acaban de formar la Academia Galega
da Lingua Portuguesa
, que intenta que
el gallego se sume al pacto ortográfico
que buscan portugueses y brasileños.
Para ellos, el gallego ya no es lengua,
sino simple dialecto portugués.

Dos razones destacan los reintegracionistas,
una teórica, otra práctica:
La teoría nos recuerda que el portugués
nació de la escisión del gallego,
de ahí que sean dialectos de una
misma lengua. De orden práctico, es
la idea de que el acercamiento al portugués
permitiría a los gallegos el dominio
de una lengua que hablan casi
200 millones de personas, con las
ventajas que ello conlleva.

"El acento cerrado de las clases populares sigue siendo
un rasgo marcado negativamente en Galicia, sea cual
sea la lengua en la que el hablante se exprese"

No es éste el lugar para discutir
esos argumentos. Notamos, sólo, que
el esencialismo nacionalista, con su
cosmovisión de identidades estancas
y suprahistóricas, alcanza a la lingüística.
La historia de Galicia ha unido
castellano y gallego, mientras el portugués
–hijo pródigo– desarrollaba
otros caminos. En consecuencia, una
grafía con las soluciones lusas implicaría
una lengua a la que costaría reconocer
como gallega.

Em um tópico aberto sobre o assunto no PGL também se trata do assunto. Aqui quero fazer destaque só do relativo ao "acento cerrado de las clases populares". E contrastá-lo com esse outro "acento cerrado" que responde às "soluciones lusas".

Impressionante sucesso o da Academia... E isto é só o começo.

17 Abr 2009

O nosso idioma próprio é a língua velha da Galiza, o galego, o galego-português, o português da Galiza...

Escrito por: Galêzio Rodrigues Ferreira el 17 Abr 2009 - URL Permanente

Sr. Feijoo (Lea-se "Feixoo" mas escreva-se Feijoo, pois na ortografia própria do galego não cabem palhaçadas castrapeiras se este quiser ser um IDIOMA de verdade...) deixe-se de parvoíces e diga aos galegos, que levamos 500 anos sofrendo imposição linguística castelhana, que a nosso única língua própria é o galego ou português da Galiza... Não engane com pele de cordeiro... Outra cousa é que galegos falemos todos os idiomas possíveis do mundo, se fosse possível até chinês... Mas a única própria da Galiza é galego... Assim o disse o Estatuto de Autonomia...

Feijoo asegura que chega cun "programa realista" e inspirado no "galeguismo cívico"

O líder do PPdeG é investido presidente do Goberno logo dun axitado debate no que rexeitou as críticas á "inconcreción" das súas propostas e convidou a oposición a media ducia de pactos.

    Redacción - 18:45 16/04/2009

    "Na unión dos bos galegos está da patria o porvir". Con esta cita de Curros Enríquez finalizaba este xoves Alberto Núñez Feijoo a súa contestación á análise que os voceiros dos grupos parlamentarios fixeron do discurso co que o pasado martes solicitaba a confianza do Parlamento para converterse no novo presidente da Xunta.

    Insistiu o líder do PPdeG en que a súa chamada ao pacto entre as forzas parlamentarias "non ten data de caducidade" e dixo esperar que "cando menos nos grandes temas" sexa posíbel o diálogo e o acordo entre os tres grupos. "Os nosos militantes traballan xuntos todos os días en todo o país, sexan mariñeiros ou funcionarios", afirmou, ao tempo que aludía á posibilidade de atopar puntos comúns na loita fronte á crise económica e no uso das "ferramentas do autogoberno" para paliar os problemas dos cidadáns. "Na Galiza real non hai motivos para esa resistencia", argumentou logo de escoitar os reproches da oposición, insinuando de paso que "esa resistencia está baseada na provisionalidade dos seus liderados".

    Xa na quenda de tarde, pecharía Núñez Feijoo a dúplica previa á votación da súa investidura, reiterando a media ducia de acordos cos que convida á oposición nos eidos da economía, o benestar e o autogoberno. O Plan Estratéxico Económico para a Lexislatura é o primeiro dos eixos nos que afirma tender a man. Á beira, subliñou a necesidade de consenso na proposta para a reforma do financiamento autonómico. Ofreceu tamén un "pacto pola Educación", ámbito no que incluíu a lingua e as universidades. Convidou ademais á reforma dos medios públicos "para que non sexan simple voceiro do goberno de quenda" e finalmente propuxo un acordo para a reforma do Estatuto.

    Ao respecto dos reproches recibidos pola falta de concreción na súa intervención, retrucou Feijoo botando man do Pacto pola Competitividade, proxecto do anterior executivo que prometeu recuperar e sobre o que desafiou a oposición a exporlle "que prazos ou iniciativas específicas" impulsará o PP. "Nós imos sentar cos axentes sociais para encher de contido ese acordo", prometeu Feijoo.

    Belixerante intervención na mañá, recordo para Touriño e Quintana pola tarde

    Elixiu Feijoo no peche desta sesión de investidura responderlles conxuntamente aos tres voceiros parlamentarios no canto de un por un. Así, e logo dunha durísima e agresiva intervención do voceiro do seu propio partido, Manuel Ruíz Rivas, quen completou un discurso cheo de reproches e censuras ao goberno saínte e cruzou numerosos enfrontamentos coas bancadas de socialistas e nacionalistas durante o tempo de que dispuxo, mantivo tamén Feijoo un ton nomeadamente belicoso.

    "Déixannos un país moito peor do que estaba en 2005", acusou Feijoo a PSOE e Bloque, pasando a continuación a zoupar especialmente contra o proxecto de Orzamentos para 2009 deseñado polo goberno saínte. "Temos un orzamento que non vale", laiouse, asegurando que o Executivo deseñou unhas contas baseadas nunha "irreal" previsión de crecemento, ingresos e emprego.

    Cara ao final do seu discurso anterior á votación que o investiu como presidente da Xunta, Alberto Núñez Feijoo quixo ter un "agradecemento especial a dous deputados", afirmando que "discrepancias aparte", Emilio Pérez Touriño e Anxo Quintana son "dous políticos que xa forman parte do patrimonio de Galiza". De seguido, pasou Feijoo a agradecer os representantes "da sociedade civil" que esta semana o felicitaron. Entre outros, referiuse aos rexedores locais, incluído o de Pontevedra, quen ofreceu cooperación no compromiso de levar a planta de Ence fóra da ría, e tamén aos sindicatos e os representantes empresariais dos que afirmou ter recibido vontade expresa de "colaboración". "Esa é a actitude que necesitamos", subliñou.

    Sr. Feijoo, não engane, a nossa língua própria é o galego-português...

    Escrito por: Galêzio Rodrigues Ferreira el 17 Abr 2009 - URL Permanente

    Sr. Feijoo (Lea-se "Feixoo" mas escreva-se Feijoo, pois na ortografia própria do galego não cabem palhaçadas castrapeiras se este quiser ser um IDIOMA de verdade...) deixe-se de parvoíces e diga aos galegos, que levamos 500 anos sofrendo imposição linguística castelhana, que a nosso única língua própria é o galego ou português da Galiza... Não engane com pele de cordeiro... Outra cousa é que galegos falemos todos os idiomas possíveis do mundo, se fosse possível até chinês... Mas a única própria da Galiza é galego... Assim o disse o Estatuto de Autonomia...

    01 Abr 2009

    E agora, senhores deputados, cantemos o hino nacional galego...

    Escrito por: Galêzio Rodrigues Ferreira el 01 Abr 2009 - URL Permanente

    Viva a nação galega...Viva a nossa língua nacional,viva nosso hino nacional!!
    Manda caralho com estes do PP...

    19:12 del Miércoles, 1 de Abril de 2009

    Publico.es

    • Y ahora, señores diputados, cantemos el himno nacional gallego
    • La conservadora Pilar Rojo mete la pata en su estreno como presidenta del Parlamento gallego y el BNG aplaude la denominación
    EFE - Santiago de Compostela - 01/04/2009 16:46

    La anécdota de la jornada en la constitución del nuevo Parlamento gallego la ha protagonizado su nueva presidenta, Pilar Rojo, cuando ha instado a los presentes a cantar el "himno nacional" gallego.

    Posteriormente, Pilar Rojo ha difundido un comunicado en el que califica la denominación de "himno nacional" que dio al himno gallego como "un lapsus" y puntualiza que "la única denominación válida es himno de Galicia, tal y como recoge la Ley de Símbolos de Galicia".

    El comunicado señala que "cualquier otra interpretación que pueda hacerse del lapsus carece de fundamento y que busca sólo la confusión y la manipulación interesadas", en referencia a unas declaraciones del portavoz del BNG, Carlos Aymerich.

    Un buen precedente, dice el BNG

    Aymerich dijo, en su intervención en el Parlamento de Galicia, que confiaba en que la equivocación sea "más que una anécdota" y consideró un buen precedente que Rojo "se refiera implícitamente a Galicia como una nación".

    La consideración o no de Galicia como nación fue uno de los asuntos más polémicos en los debates de la pasada legislatura en torno a una posible reforma del Estatuto de Autonomía.

    Su condición de mujer, tan natural como la de su antecesora

    Rojo, que apeló al "consenso" tras prometer su cargo, señaló que en una democracia de partidos "nos separan cosas, pero nos unen la pasión y las ganas de trabajar por Galicia".

    Además, pidió que su condición de mujer se acepte "con naturalidad" [algo perfectamente asumido, pues su antecesor en el cargo era también una mujer, la socialista Dolores Villarino] y animó a que los nombramientos de mujeres en puestos de responsabilidad "dejen de ser noticia".

    Superviviente de la era Fraga

    Rojo es la única ex conselleira del gobierno fraguista Fraga que fue diputada en la anterior legislatura, además del líder del partido, Alberto Núñez Feijóo, una condición que le aporta experiencia y no le resta simpatías en el grupo parlamentario, a tenor del apoyo de sus compañeros para el nuevo cargo.

    El proceso de renovación emprendido por Núñez Feijóo en el partido y en el grupo parlamentario ha provocado que el 50% de los diputados del PPdeG en el pazo do Hórreo en esta legislatura sean nuevos. Hasta nueve ex conselleiros con Fraga se cayeron de las listas con las que el partido concurrió el 1 de marzo.

    Una mujer de Rajoy

    La nueva presidenta del Parlamento gallego es considerada la mujer en Galicia del líder del PP, Mariano Rajoy, con quien le une una amistad personal. Forma parte del grupo de Pontevedra, denominación que reciben los colaboradores de Núñez Feijóo procedentes de esa zona de Galicia, entre los que también está el secretario general del partido, Alfonso Rueda.

    De profesión, arquitecta

    Rojo (A Coruña, 1960) es arquitecto superior de profesión y está especializada en edificación y urbanismo y, además, es funcionaria de carrera, ya que pertenece al Cuerpo de Arquitectos de Hacienda. En la última legislatura del PPdeG en la Xunta (2001-2005) fue conselleira de Familia, Juventud, Deporte y Voluntariado.

    La nueva presidenta de la Cámara gallega declaró en los días previos a su elección que espera "no defraudar y estar a la altura de las circunstancias" y se mostró "preocupada por la responsabilidad" que le aguarda. En su nuevo puesto, las intenciones de Rojo pasan por "tener ecuanimidad y moderar los debates sin molestar, que se note lo menos posible, porque será un símbolo de que es una Cámara abierta, de todos".