03 Jul 2009

Assim opina a máxima autoridade linguística do País de Rosália e Castelão e ainda do ilustre Carvalho Calero a quem se lhe nega desde o oficialismo castelhanista um lugar na Galiza que desde logo na lusofonia tem e também no mundo inteiro

Escrito por: Ricardo Windsor Aveiro el 03 Jul 2009 - URL Permanente

A Entrevista
[GZnación / Antón Figueira] 03 de Xullo do 2009

Isaac A. Estraviz

"O castelhano na Galiza é um invasor e nom se lhe pode conceder o papel que nom lhe corresponde"

Co gallo da recente actualización do dicionario e-Estraviz que conta xa con máis de 121.000 entradas, aproveitamos para falar co seu impulsor, o profesor Isaac Alonso Estraviz.

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Estraviz
Imaxe: pglingua.org

Co gallo da recente actualización do dicionario e-Estraviz que conta xa con máis de 121.000 entradas, aproveitamos para falar co seu impulsor, o profesor Isaac Alonso Estraviz. O reintegracionismo, a desgaleguización foron outros temas dos que conversamos.

- Dende que se publicou a primeira edición e até o de agora pasaron alá máis de 20 anos. Como evolucionou o dicionario en todo este tempo?
- A história deste dicionário passou por muitos avatares. Tudo foram dificuldades, especialmente por parte de Ramón Piñeiro que tendo contratado com Galáxia afinal tivemos que rescindir o contrato, porque estando de acordo com ele queriam que se adaptasse às normas do ILG com as quais nem ele concordava como consta em cartas que conservo e em breve serám publicadas. Do primeiro volume de um dicionário que ia ter cinco na editora NOS da Corunha, já passaram 26 anos. Essa editora faliu e depois de muitos intentos frustrados criamos a editora Alhena em Madrid onde saiu em três grandes volumes, já vam lá 23.

A evoluçom do dicionário foi múltipla. Como disse anteriormente, em 1983 saiu o primeiro volume de cinco que ia ter e sairiam antes de fevereiro de 1984. Em 1986 saiu o de três. Em 1995 saiu reduzido a um volume em Sotelo Blanco. Em janeiro de 2005 saiu o e-Estraviz no PGL, bastante ampliado e melhorado e com um tipo novo de ortografia. Essa ortografia era na que eu escrevia desde 1978 e no que me foi impossível publicá-lo pola mentalidade que havia no ambiente naquele momento. Por isso o dicionário que eu esperava publicar só se conseguiu em 2005 e com o qual me sinto perfeitamente identificado.

- O dicionario e-Estraviz poderíase dicir que é o dicionario global da lingua galega, acepta entradas en galego normativo, en galego reintegracionista, en portugués... como xurde a idea de crear este dicionario?
- A ideia de criar este dicionário surgiu por uma proposta que me fez Vítor Manuel Lourenço Peres que dirigia o PGL. E o que se pretendeu foi oferecer uma ferramenta válida para todos os galegos. O dicionário está só na normativa conhecida como da Agal ou reintegracionista. O que acontece é que se pode procurar em qualquer das normas existentes: escreves nación ou nazón, nação e sai-che naçom e ali se explica que entendemos os galegos por naçom. Nesse sentido é um dicionário válido para oficialistas, portugueses e reintegracionistas.

- Que aspectos foron os máis complicados á hora sacar adiante un proxecto desta envergadura?
- Primeiro um repasso a todo material lexicográfico existente e passar pola peneira tudo o que se vinha considerando como galego sem o ser. Depois ter em conta uma ortografia histórico-etimológica de acordo com as demais línguas românicas. Vestir o galego com um traje digno. Do aspecto técnico haveria que lho perguntar a Vítor, alma máter do mesmo.

- Despois de tantos anos o dicionario conta xa con máis de 121.000 entradas e segue medrando. Cal é o tope dun dicionario?
- Actualmente já ultrapassa esse número de entradas. O tope de um dicionário depende do que se pretenda fazer. Para um dicionário manual anda polas sessenta-setenta mil entradas. Para outro tipo de dicionários nom há limite. Recolher e seguir recolhendo até que a morte nom che permita continuar. Ainda há muito léxico patrimonial sem recolher. Cada dia surgem mais variantes e mais palavras diferentes para designar o mesmo conceito ou conceitos que os falares especializados têm. Espero que o e-Estraviz entre palavras patrimóniais e de falares especializados, esteja em contínuo crescimento.

- Naceu nunha pequena vila de Ourense e aínda que viviu moitos anos no estranxeiro mostrouse sempre como un gran defensor da lingua e da cultura galegas. Como xurde o seu amor polo galego?

- Eu nascim em Vila Seca, província de Ourense. Estudei em Usseira e no 1960 fum expulso como todos os que vivíamos ali e substituidos por monges castelhanos. Aos 17 anos já me comprometim totalmente com a língua e a cultura galega. E por todos os lugares por onde passei sempre com a cabeça levantada, todo o mundo sabia que eu era galego e votado a Galiza. Em Usseira, como em todas partes naquela altura, estava proibido falar galego e rebelei-me e essa batalha foi explicada num conto que Fraga lribarne proibiu a sua pulicaçom em GRIAL. Intituláva-se "Ai, os curas mãe que os pariu". Nesse conto está plasmado o meu programa de vida.

- En que momento se deu conta que o galego tina que virar ao reintegracionismo?
- No momento que comecei a ler livros e ouvim falar portugueses. Era o mesmo léxico, as mesmas palavras da minha aldeia. Só havia um sotoque um bocado diferente. O mesmo que lhe aconteceu a um sobrinho meu de seis anos chamado Manolo quando foi a Chaves e se entendia com todo o mundo e ao chegar a Vila Seca lhe dizia a seus pais: os portugueses falam como nós.

- Despois de tanto tempo cal é a súa análise da evolución do reintegracionismo?
- Esperava que essa doutrina chegasse antes a todo o mundo do que está a chegar. Mais nisso, como em todas as cousas, os galegos somos um povo estranho: tudo o que vale há que o destruir. E depois o afám de protagonismo que levamos todos connosco.

- Cales son os retos que ten por diante o movemento reintegracionistas?, cara onde debe caminar?
- O principal de todos é o respeito e uniom que devemos ter todos contra o inimigo comum. Nom lutar contra nós mesmos que a nada conduz. Fazendo uma frente comum faremos ruir em breve o muro que impede os galegos realizarem-se como tais. Devemos caminhar para onde estamos já a fazê-lo: para aceitarmos um Acordo comum a toda a Lusofonia, dentro da qual está Galiza e os Galegos.

- Os sucesivos mapas socioligüísticos alertan de unha grande desgaleguización social. A que cre vostede que se de debe esta situación?
- Primeiro a que nunca se aclarou às nossas gentes o valor universal da nossa língua e cultura. E à tradiçom que lhe meteram aos galegos de que o galego ao sairem da Galiza nom lhes valia para nada. A mim na Franza, na Bélgica, na Alemanha e na Inglaterra nom me valeu para nada o castelhano. E tendo em conta os emigrantes, sim me valeu muito o galego. Que lhe perguntem aos nossos emigrantes de que lhes valeu por esses mundos de Deus o castelhano. Nom tiveram outra saída que a de integrar-se nessas novas culturas. O galego, com sotaques diferentes fala-se em cinco continentes, o castelhano nom.

- Cales cree vostede que deberían ser as actuacións básicas para inverter esta situación e camiñar cara a rexeneración social da nosa língua?
- Inverter os papeis tradicionais: valorar a nossa língua, sem minusvalorar a outra, mas cada uma no território que lhe é próprio. O castelhano na Galiza é um invasor e como tal nom se lhe pode conceder o papel que nom lhe corresponde. Mas primeiro há que educar pedagogicamente os nossos docentes e ensinar-lhes a desterrar das suas cabeças as teias de aranha que lhe meteram.

- Finalmente será Uxío Novoneyra o homenaxeado no día das Letras Galegas 2010. Como valora este nomeamento? Decepcionado por que non sexa Carvalho Calero como reivindicaba boa parte da sociedade?
- Fum muito amigo de Novoneyra. Estive com ele na sua casa do Courel. Tenho todos os seus livros. Ouvi-o recitar muitas vezes, inclusive o trouxemos ao Instituto Otero Pedrayo de Ourense recitar aos alunos. Estive com ele três ou quatro dias antes de morrer em Compostela e ali me dedicou o seu último livro e, estando como estava, ainda nos recitou algum poema. Nom acredito nas homenagens do Dia das Letras Galegas. É uma folclorada mais de umas instituições e um governo que nom crêem no que dizem.

- Que destacaría vostede da figura de Novoneyra?
- O seu imenso amor à Terra. Um grande patriota e nacionalista galego. A enorme paixom polas palavras e a musicalidade que lhe dava a tudo quanto fazia. Os topónimos por ele pronunciados produziam infinidade de sensações.

1 comentario/s en ""O castelhano na Galiza é um invasor e nom se lhe pode conceder o papel que nom lhe corresponde""

16 Jun 2009

Meus caros, Roma não paga traidores...Que velho dito e que moderno!

Escrito por: Ricardo Windsor Aveiro el 16 Jun 2009 - URL Permanente


El baltarismo acusa al presidente del PP de "humillar" a Ourense

Alcaldes y concejales reciben un escrito contra Feijóo para que lo firmen

CRISTINA HUETE - Ourense - 16/06/2009

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La pérdida de poder político de José Luis Baltar dentro del PP gallego solivianta a los suyos. La elaboración de la lista para las elecciones autonómicas del pasado marzo y la posterior designación de Rogelio Martínez como superdelegado en la provincia han puesto en alerta al denominado sector de la boina, que ve peligrar su supervivencia. Con el congreso provincial a la vuelta de la esquina, los baltaristas han reaccionado intentando hacerse fuertes mediante el amago de escisión.

Un escrito de "alcaldes y concejales de la provincia" circula desde hace una semana entre cargos del PP orensano recabando firmas para "exigir" una rectificación en el proceder del presidente de la Xunta, Alberto Núñez Feijóo, respecto al reparto del poder territorial. En el documento queda de manifiesto la debilidad política del barón desde la formación del nuevo Gobierno y el amago de estampida para recuperarlo. "Llegó la hora de decir basta ya a la serie de humillaciones y desplantes que está recibiendo nuestro presidente provincial con motivo de las designaciones y nombramientos producidos desde la toma del nuevo Gobierno autonómico", detalla. Y amenazan con hacer "lo que tenemos que hacer", afirman, "que no será otra cosa que seguir las indicaciones y los criterios de quien nos representa como nadie, con las consecuencias políticas y sociales que correspondan".

A lo largo de tres folios en gallego, los representantes del partido "en una provincia tradicionalmente discriminada y olvidada por todos los gobiernos autonómicos y centrales, incluidos los del PP" recuerdan que ellos "contribuyeron a aupar" al PP al poder y reclaman su cuota por ello. El escrito vindica la figura de Baltar y deja constancia de que Feijóo debe también la presidencia del PP gallego al barón orensano, "decisivo en todas las contiendas electorales, incluida la interna que resolvió la sucesión de Manuel Fraga" al frente del partido. Fuentes del PP sostienen que no enviarán el documento a Feijóo, sino que ha sido planteado como un aval de cara al congreso provincial, previsto para después del verano.

Baltar ha expresado su deseo de jubilarse, pero quiere mantener el control de la provincia a través de los suyos (su hijo, el parlamentario Baltar Blanco, y los alcaldes más fieles). Pese a que, según fuentes del PP, el documento ha sido firmado ya por varios cargos, los consultados eluden pronunciarse o niegan conocer el escrito. Hijos y parientes de estos dirigentes se han presentado a las oposiciones que se celebran en este mes en la Diputación. Los menos afectos al barón reconocen que a ellos no se lo envían "por razones obvias".

29 May 2009

Estas imagens resultam tão "vomitivas" que se estes do PP ganham votos apresentando a estas personagens, que me "risquem" da Espanha, façam o favor.

Escrito por: Ricardo Windsor Aveiro el 29 May 2009 - URL Permanente

Estas imagens resultam tão "vomitivas" que se estes do PP ganham votos apresentando a estas personagens, que me "risquem" da Espanha, façam o favor.


Rajoy hace campaña con Fabra y Camps en Castellón

El líder del PP retoma la polémica del Falcón y asegura que "todos los días de campaña electoral y después" pedirá explicaciones al presidente

ELPAÍS.com / EFE - Castellón - 29/05/2009

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El presidente del PP, Mariano Rajoy, está decidido a apoyar a los líderes populares valencianos y ha participado en un acto electoral celebrado en Castellón junto al presidente valenciano, Francisco Camps, imputado en el caso Gürtel, y el de la Diputación de Castellón, Carlos Fabra, imputado por tráfico de influencias y fraude fiscal.

      La noticia en otros webs

      Sin hacer mención a los casos de corrupción en sus propias filas, Rajoy ha retomado la polémica del Falcon y ha asegurado hoy que todos los días de campaña y después de ésta pedirá explicaciones al jefe del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, por el uso que hace de aviones militares. "Se lo diré todos los días a quienes quieren darnos lecciones; me van a escuchar todos los días de la campaña electoral y después también, pues deben dar explicaciones de lo que están haciendo.

      Camps también ha atacado al jefe del Ejecutivo con el uso del avión militar y ha afirmado que no recuerda "ni una sola imagen de Zapatero recorriendo calles y plazas" sino que en su agenda sólo hay "Moncloa- Falcon-mitin". El presidente valenciano, que declaró como imputado en la trama de corrupción que salpica a cargos del PP el pasado 19 de mayo, ha agradecido a los votantes populares "vuestro infinito apoyo y lealtad, porque sois los mejores y porque vamos a ganar la veinte vez consecutiva y ellos van a perder".

      19 May 2009

      O PP criou guerra da língua, terá que sair dela!

      Escrito por: Ricardo Windsor Aveiro el 19 May 2009 - URL Permanente

      É lamentável que PP siga teimando no erro de criar uma guerra linguística na Galiza, um país pacífico e que jamais discriminou castelhano, sempre aconteceu ao invés, foi sempre o galego o discriminado... Ainda pensando numa estratégia, consideramos que o PP é terrivelmente ignorante neste assunto. Esta guerra só pode beneficiar ao galego e desde logo os que defendemos a nossa língua, com os direitos que nos assistem, imos luitar forte, como contra franco!

      Avante toda!


      Ricardo.

      Guillerme Vázquez (BNG)quixo deixar claro que o BNG non vai permitir a "segregación" proposta polo goberno galego. "Non estamos por dividir o país entre os que falan galego e os que non o falan. Estamos pola igualdade real das linguas", asegurou o líder nacionalista, e por pedir o "mesmo estatus legal" para o galego do que goza o castelán.

      Deste xeito, responde as conclusións da rolda de prensa deste luns na que o titular de Educación, Xesús Vázquez Abad, e o secretario xeral de Política Lingüística deixaron aberta a posibilidade de separar os alumnos por criterios idiomáticos.

      Vázquez lamentou que a Xunta opte pola "vía da prepotencia" en lugar do diálogo en materia lingüística e asegurou que, nestas condicións, "non pode pedir consenso". Ademais, o portavoz nacional do BNG criticou o nomeamento de Anxo Lorenzo -antigo colaborador do bipartito- que, considera, evidencia "unha imposición con vaselina" do novo decreto que regulará o uso do galego no ensino.

      "O problema non é a persoa que se pon no mando, senón a política que desenvolve", sinalou Guillerme Vázquez. Á súa vez, destacou que a manifestación do domingo foi un "primeiro paso masivo" e unha mostra de que "gran parte da sociedade quere vivir en galego e está disposta a facer retroceder" as políticas da actual Xunta neste ámbito.

      Por iso, avogou por "recuperar o consenso que rompeu o PP antes e despois" do 1 de marzo e recomendou á Xunta que non se pode facer unha política baseada nos sectores máis extremistas do electorado" xa que "existen votantes do PPdeG que si queren" o galego.

      Ante as chamadas ao "consenso" do Goberno autonómico de cara á aprobación do novo decreto do galego que substituirá o vixente 124/2007, Vázquez aclarou que "o primeiro paso será non derrogar" a norma actual xa que "estaba e segue estando avalada".

      Finalmente, esixiu "dar resposta aos textos que xa existen" como o Estatuto de Autonomía en lugar de facer "declaracións constantes de amor" e "impor" o programa electoral, ademais de avogar por "unha igualdade real" entre ambas as linguas e non "unha imposición" . "Eu nunca lle dei unha patada nos dentes -a ninguén- por falar español", ironizou.

      Incidir nos concellos

      Pola súa banda, o presidente da Mesa, Carlos Callón, celebrou hoxe unha reunión con Guillerme Vázquez acompañado da secretaria xeral da entidade, Iria Taibo, e o seu vicepresidente, Fran Rei, que Callón enmarcou nun "proceso de diálogo" con diferentes organizacións ante a "necesidade de continuar coa mobilización en defensa do galego" do pasado domingo en Santiago.

      Segundo explicou, ambas as dúas entidades -A Mesa e o BNG- colaborarán "nun auténtico proxecto de revitalización da lingua nos concellos" para "garantir os dereitos" dos falantes en galego "sen ir contra ninguén".

      Por iso, recordou que "o galego une e Feixóo, lamentabelmente, separa" e acusou o PPdeG de "romper o consenso lingüístico" e de "levantar a bandeira do odio respecto ao idioma".

      Así mesmo, destacou que "xa case 700 entidades" presentaron a súa adhesión ao manifesto en defensa do galego e pediulle ao presidente da Xunta, Alberte Núñez Feixóo, que "pida desculpas e se retracte" por dicir "que os 50.000 manifestantes do domingo querían impor" o idioma.

      Finalmente, o portavoz nacional do BNG valorou a "valentía demostrada" da Mesa pola Normalización Lingüística tras afirmar que se dará "de alta como socio" desta entidade e avanzar que manterán "reunións fluídas" tanto con esta como con outras organizacións.

      18 May 2009

      Os galego manifestam-se a prol da sua língua nacional... o PP quer proibi-la segundo alguns analistas...

      Escrito por: Ricardo Windsor Aveiro el 18 May 2009 - URL Permanente

      O 17 de Maio, dia das letras galegas, produziu-se uma grande manifestação na Galiza em defessa do idioma próprio que não é outro que o Português da Galiza, o galego-português ou "galego"... Hoje segunda-feira todos os jornais de Madri, além dos da Galiza, comentam o assunto menos o "El País"... O porquê do silêncio deste único jornal progressista de Madri quanto à histórica manifestação a prol do galego?
      As capas progressista da população galega, nomeadamente os que moramos em Madri, perguntamo-nos como é possível que o "ABC", ou "La Razón" dediquem uma página ao evento e o "El País" guarde silêncio absoluto?

      Comentário atirado dum jornal:
      Considero que vai sendo hora de que os fascistas do PP se atirem a "venda"... Eles querem matar o galego, melhor que o façam com luz e taquígrafos, assim luitaremos com dignidade como contra Franco! Viva Galiza!Viva o Português que é o idioma da Galiza, viva o galego que é o português da Galiza...

      11 May 2009

      Língua portuguesa no ensino senegalês...

      Escrito por: Ricardo Windsor Aveiro el 11 May 2009 - URL Permanente

      PGL - Os dias 7, 8, e 9 de Maio o Centro Social A Esmorga, em parceria com a AISO (Associação de Imigrantes Senegaleses de Ourense), organiza umhas jornadas de convívio galego-senegalesas.

      A seguir reproduzimos a variada oferta de actividades:

      • 7 de Maio, quinta-feira, às 20h00

        Projecção dos documentários:

        -Tukkiyakar
        -Binta e a grande ideia

        Ao acabar haverá colóquio

      • 8 de Maio, sexta-feira, às 20h00

        Jogos populares para adultos e crianças

        Sessão de conta-contos do Senegal e da Galiza com Anxo Moure e Papa Assame Diop

        PLANETA NH com duas únicas equipas GALIZA vs SENEGAL

      • 9 de Maio, sábado, às 21h30

        Ceia Senegalesa.

        Vamos experimentar um prato senegalês, Thiere Yap (cous-cous com carne). O preço é de 5€. Há uma lista no C.S A Esmorga para inscrever-se.

        Música do Senegal

      Pequena história recente do Senegal

      Navegadores portugueses, os primeiros europeus a atingir a regiom, alcançaram Cabo Verde no século XV. Fundárom um povoado em Gorée, pequena ilha em frente a Dacar. No século XVII, a França conquistou Gorée e estabeleceu um povoado na foz do rio Senegal. Em 1854, o general Faidherbe tornou-se governador e expandiu o domínio francês.

      Em 1946, o Senegal tornou-se um território da Uniom Francesa e elegeu dous deputados para a Assembleia Nacional Francesa. O Senegal tornou-se uma república autónoma dentro da Comunidade Francesa em 1958. Juntamente o Mali (na altura, Sudám Francês) formou a Federaçom do Mali em 1959. A independência do Mali foi proclamada em 1960, enquanto o Senegal deixou de ser membro da federação para tornar um país independente nesse ano. O país continuo independente até hoje, se bem entre 1982 e 1989 federou-se com a Gâmbia formando a efémera Federaçom da Senegâmbia.

      Língua portuguesa no ensino senegalês

      Como já tem sido noticiado no PGL, a língua portuguesa forma parte do currículo educativo de milhares de jovens senegaleses. Segundo dados fornecidos no passado Verão polo Instituto Camões do Senegal, cerca de 17 mil alunos do ensino médio e secundário estudam a língua portuguesa, isto é, o português é ensinado nos liceus de nove em cada dez regiões do país africano.

      Ainda, a percentagem de estudantes deste idioma é muito superior a, por exemplo, o da França, um país que conta com uma numerosa comunidade de origem lusa.

      Decerto contribuem para esta grande cifra de estudantes o facto de o Senegal, país francófono africano, fazer fronteira com dous estados lusófonos, a Guiné-Bissau e Cabo Verde. De facto, o próprio Instituto Camões tem actividade no país desde 1975. Ambos os factores contribuíram para que o Senegal se tornara em 25 de Julho de 2006 no terceiro país observador associado da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), juntamente com a Guiné-Equatorial e a Ilha Maurícia.


      01 May 2009

      É uma curto-metragem digna de ver...

      Escrito por: Ricardo Windsor Aveiro el 01 May 2009 - URL Permanente

      É uma curto-metragem digna de ver... Recomendada para PEPEIROS (PP) exterminadores de línguas não castelhanas, mas que também são do Estado Espanhol... (Galego-português,Catalã e Vasco) Que vai fazer agora o Sr. Feijoo (apelido muito galego que se lê "feixoo" mas escreve "Feijoo"...) com aquelas propostas de exterminar galego das aulas? Seica começou já a recuar como os cobardes... Sr. Feijoo, siga você com seu programa anti-galego, nós os galegos possivelmente é o que precisamos, uma "causa" para voltar a ser dignos cidadãos da antiga Galezia...

      Fronteiras:

      http://www.youtube.com/watch?v=1Anjq13lRb0

      23 Abr 2009

      Academia Galega da Língua Portuguesa apresenta o 'Léxico da Galiza'

      Escrito por: Ricardo Windsor Aveiro el 23 Abr 2009 - URL Permanente

      Vieiros.
      Ante os académicos de Brasil e Portugal

      Academia Galega da Língua Portuguesa presenta o 'Léxico da Galiza'

      O pasado 14 de abril, en Lisboa, a entidade presentou esta súa contribución. O mesmo día deuse a coñecer a 5ª edición do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.

      Redacción - 09:00 21/04/2009
      Montero Santalha durante a súa intervención


      Montero Santalha durante a súa intervención

      O lanzamento do Léxico da Galiza e máis da quinta edición do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa -elaborado pola Academia de Letras de Brasil en consonancia coas normas do Acordo Ortográfico de 1990-, realizouse nunha cerimonia que encabezaron os presidentes das tres academias da lingua: a portuguesa -Arantes e Oliveira-; a brasileira -Cícero Sandron-; e a galega -Martinho Montero Santalha.

      En representación do noso país tamén se desprazaron a Lisboa varios membros da Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP) -Ângelo Cristóvão (secretario), Joám Trilho (arquiveiro), Concha Rousia (vicesecretaria), e Luís Gonçáles Blasco e Fernando V. Corredoira (membros da Comisión de Lexicoloxía e Lexicografía)-, ademais do presidente da AGAL, Alexandre Banhos.

      Unhas 700 palabras galegas a incluír no Vocabulário Comum
      Na súa intervención, o presidente da AGLP, José-Martinho Montero Santalha, afirmou que o Léxico da Galiza presentado en Lisboa, é "unha primeira contribución susceptíbel de melloras, que será adaptado conforme aos criterios que sexan adoptados na elaboración do Vocabulário Comum". Trátase dun documento elaborado pola Comisión de Lexicoloxía e Lexicografía da AGLP que, coas súas perto de 700 palabras, aspira a ser integrado no Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa.


      20 Abr 2009

      Um 14 de Abril para a história da Nação Galega...

      Escrito por: Ricardo Windsor Aveiro el 20 Abr 2009 - URL Permanente

      A Nação Galega não termina numas eleições "autonômicas" ganhas por um PP com discurso ultra... Ainda assim os votos somados de todos os partidos da esquerda e não anti-galegos somam muitos votos mais dos que acadou o PP... Mas a lei eleitoral outorgou mais deputados aos da imobilidade, aos que não concordavam com o aborto, o divórcio, as autonomias, a constituição num primeiro momento...Em fim, lá vão os que ganharam a fazer barulho... Nós com a nação galega...com a sua língua.
      Tampouco estamos contra de ninguém e menos contra do castelhano lá onde é língua própria...
      RENOVAÇÃO-EMBAIXADA GALEGA DA CULTURA.

      Um 14 de abril histórico para a Galiza

      «A língua é um património comum de todos que não pertence a ninguém»

      Quarta, 15 Abril 2009 22:05

      Atençom, abrirá numha nova janela. Versom para impressomEnviar por E-mail
      Engadir a del.icio.us Enviar a Chuza

      Panorámica do salão da Academia de Ciências de Lisboa

      Alexandre Banhos - O 14 de abril para os espanhóis é a lembrança duma festa popular que se correspondeu com a proclamação da segunda república1. A partir de ontem o catorze de abril vai ser data a festejar tamém no calendário cívico galego.

      Nos dous últimos anos o reintegracionismo todo está tendo avanços no relacionamento e reconhecimento institucional em Portugal como antes nunca2, pois infelizmente isso não ia além de ser um sonho no âmbito institucional, sem esquecermos o reconhecimento de que a nível individual o reintegracionismo já muito tinha alicerçado nesse relacionamento, eis como bom exemplo os grandes Congressos Internacionais da Língua organizados pola AGAL, ou os da Associação Internacional de Lusitanistas.

      Há agora um ano, em 7 de Abril de 2008, o reintegracionismo todo estava convidado a falar num ato ordinário da Assembleia da República Portuguesa (Parlamento) e sobre nada mais nem menos que o assunto comum da língua, a nossa língua internacional3, plural como todas as línguas internacionais.

      Nestes dous anos todos ajudamos4 desde o reintegracionismo, cada pessoa de acordo com as suas possibilidades e capacidades para que na Galiza por fim existisse uma Academia da Língua5 que se pudesse relacionar em pé de igualdade com as academias do Brasil e Portugal.

      A AGLP nasceu com os melhores agoiros e com a bênção das suas irmãs mais velhas. O ansiado acordo ortográfico uniformador da escrita, que muito foi desejado de sempre na AGAL no contraste da nossa língua com as outras quatro grandes línguas internacionais e nomeadamente o espanhol, por fim é um feito.

      O dia 14 de abril no formosíssimo salão da Academia de Ciências de Lisboa, tivo lugar a primeira reunião solene de todas as academias existentes da língua portuguesa, a nossa, pois por esse nome é conhecida internacionalmente.

      Estava em pleno a Academia de Ciências de Lisboa Secção de Letras e muitos membros da Secção de Ciências; a Academia Brasileira de Letras (Rio de Janeiro) com uma muito considerável representação dos seus membros; a Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP), com igualmente uma importante representação. A Direção da Academia de Letras da Bahia. Acompanhavam as seguintes autoridades: os embaixadores de todos os países lusófonos em Portugal; a representação da embaixada espanhola no seu agregado cultural, ao estar presente uma instituição pertencente ao Reino de Espanha; os embaixadores ante a CPLP; o ministro e autoridades de Cultura de Portugal e das suas universidades, e representantes vários de todos os países presentes e os da comunicação social. Pola Galiza estava presente este Presidente da AGAL, e infelizmente faltavam autoridades políticas que foram devidamente convidadas e da comunicação social.

      Presidiam a sessão, os Presidentes das Academias de Portugal, Brasil e a Galiza.

      Gostei imenso dos discursos mas não vou trasladar aqui as minhas notas de todos os seis oradores, já que nos próximos dias há haver muita informação do evento, mas vou salientar do discurso do último dos oradores, o professor Adriano Moreira, as seguintes palavras: A língua não é nossa dos portugueses, nós temos a língua igual que a têm os brasileiros, galegos, angolanos... a língua constrói-se nas beiras do Sar e no mato brasileiro, a língua é um património comum de todos que não pertence a ninguém.

      Eu por causas de trabalho não pude fazer a viagem com o resto da delegação galega, o dia 13 às 10 da noite ainda estava numa reunião e o dia 14 às 6 horas da manhã partia de carro para Lisboa. Essa manhã ainda tive tempo de fazer algumas gestões em Lisboa a ver com próximas atividades do reintegracionismo e com as possibilidades de chegarmos a distribuição dos nossos livros em Portugal. No carro levava uma caixa cheia de livros nossos para a biblioteca da Academia e para agasalhar aos amigos, pena não fossem muitas mais caixas, pois logo todos desapareceram.

      Fum das primeiras pessoas em chegar à sede da Academia, onde falei com muitos amigos, e de passo nasciam outros novos, fum tratado com grande carinho e consideração que sei que era na minha pessoa para todos os nossos associados e para o povo galego em geral. Aguardo cumprir a minha palavra e em julho deste ano deslocar-me ao Brasil para continuar alargando os tecidos que nos atam.

      José-Martinho Montero Santalha, presidente da AGLP, co-presidiu a sessão

      Notas:

      1 A república foi um período democrático nos anos 30 do século passado no estado espanhol, que foi apagado sob o terror fascista. Ao falar do terror não estou a pensar na guerra que desatou a sublevação militar, estou pensando na aplicação sistemática do terror à população como instrumento político, terror que é bem doado ainda de se perceber a pouco que se ranhar na pele do povo da Galiza.

      Hoje reconhece-se que bem mais de um ¼ de milhão de pessoas foram executadas e desaparecidas. No pequeno esforço do juiz Baltasar Garzon para sacar a luz estes temas da "memória histórica", em só quatro meses já fora feito um pequeno inventário que se afirmava longe de completo, de 222.749 pessoas executadas extrajudicialmente e desaparecidas. E sem esquecer o role do aparelho judiciário nunca expurgado nem depurado na aplicação dessa doutrina terrorista.

      No ano 1952 o Fiscal Geral do Estado Espanhol gabava no seu relatório anual a magnanimidade do "el Caudilho", pois só se levaram a cabo (sic) 12.852 execuções com o "garrote vil" nos últimos anos, frente aos milhares e milhares de condenados cuja pena de morte foi comutada ou indultada pólo "el Caudilho". Tal magnanimidade e amor ao próximo é bem lógico que pola igreja católica universal espanhola fosse devidamente abençoado, com o reconhecimento de que o "el Caudilho" nas igrejas devia entrar e estar sob o pálio no mesmo grau que o Santíssimo.

      2 Tamém no reconhecimento institucional na Galiza, tanto no relacionamento com as instituições como no relacionamento com empresas e entidades para os que resultávamos absolutamente marginais.

      3 Com esta campanha por primeira vez o reintegracionismo estivo no dia a dia em todos os meios de comunicação de todos os países da lusofonia (todos).

      4 Nisso ha que destacar o trabalho pessoal e infatigável de Ângelo Cristóvão e a razão pacífica e tranquila do professor Martinho Monteiro Santalha.

      5 A RAG não é uma Academia da Língua.

      17 Abr 2009

      O vocabulário galego autóctone foi apresentado com o brasileiro na Academia das Ciências de Lisboa.

      Escrito por: Ricardo Windsor Aveiro el 17 Abr 2009 - URL Permanente

      La Voz de Galicia.

      15/4/2009

      Vigo e presidente dá Academia Galega dá Língua Portuguesa (AGLP), Martinho Montero Santalha, presentou na Academia dás Ciências de Lisboa a proposta de vocabulario galego autóctono para ser integrado non léxico común dá lusofonía, que está en revisión para ser adaptado ao novo Acordo Ortográfico promovido para vos países de lingua portuguesa.

      Montero Santalha destaca que se trata dun primeiro texto, que era urxente, para que ou léxico galego intégrese nos dicionarios portugueses. «Son só unhas 800 palabras, consideradas galeguismos, pois ou léxico galego común co portugués xa figura de sempre nos dicionarios portugueses», esclarece.

      A proposta foi preparada pola Comissãou de Lexicografía dá AGLP, integrada por Montero Santalha e por Isaac Alonso Estraviz (tamén docente dá Universidade de Vigo, e autor do dicionario de galego Estraviz), Álvaro Iriarte Sanromán (un galego que é profesor na Universidade do Miño, coordinador e autor do máis recente dicionario portugués-español, publicado pola Porto Editora, e considerado ou mellor para unha lingua estranxeira dous existentes en portugués), Fernando Vázquez Corredoira, Luís Gonçáles Blasco, Carlos Durão, Higínio Martins, Ângelo Brea e António Gil, todos eles membros dá AGLP, que traballaron non proxecto desde outubro, cando se constituíu esta entidade.

      Embaixada de España

      Montero Santalha salienta a presenza non acto de representantes dá Embaixada de España e dá de Brasil en Lisboa, ben como dá Comunidade de Países de Língua Portuguesa e do Goberno de Portugal.

      Por parte galega, Montero Santalha estivo acompañado de sete membros dá AGLP (Joám Trilho, Vázquez Corredoira, Gonçales Blasco, Ângelo Cristóvãou, Concha Rousia e Isabel Rei) e do presidente dá Associaçom Galega dá Língua, Alexandre Banhos.

      Non acto tamén se presentou ou Vocabulário Ortográfico dá Língua Portuguesa dá Academia Brasileira de Letras, un volume de 887 páxinas, que inclúe 349.737 vocábulos, alén duns 1.500 estranxeirismos. Ou documento foi elaborado por unha comisión presidida polo lingüista Evanildo Bechara, e integrada polos académicos Eduardo Portella (un eminente ensaísta, editor, crítico e político, ex ministro e ex dirixente dá Unesco, que é fillo de galegos e que, como Nélida Piñón, conserva familia galega) e Alfredo Bosi (autor dá historia dá literatura brasileira de referencia, e casado con Eclea Bosi, que preparou a primeira versión de Rosalía publicada en Brasil).

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      Sou Ricardo Windsor Aveiro, ainda que nasci no Brasil criei-me na Galiza após os dez anos... Pelo que já falava a língua de Camões e Rosalia de Castro com sutaque brasileiro quando cheguei à terra de Castelão... Não sou nacionalista nem galego nem espanhol, sou cidadão do mundo, mas do mundo livre. Gosto da liberdade dos indivíduos e dos povos. Os que não concordem com isto, obrigado, mas nada "pintam" lendo este blog. Rejeito profundamente o terrorismo e qualquer jeito de violência.
      Paris, 14-9-07
      Às 14,36h.

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