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                            &lt;p class="role"&gt;Da BBC Brasil em Washington

                         &lt;/div&gt;                      &lt;/div&gt;                                         &lt;/div&gt;                &lt;/div&gt;                &lt;div class="g-container story-body"&gt;                   &lt;div class="bodytext"&gt;                      &lt;div class="module"&gt;                         &lt;div class="image img-w226"&gt;&lt;img src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2009/05/29/090529163347_obama226getty.jpg" alt="" width="226" height="170"&gt;&lt;p class="caption"&gt;Obama disse que vai escolher pessoalmente este 'czar'

                         &lt;/div&gt;                      &lt;/div&gt;                      &lt;p class="ingress"&gt;O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta sexta-feira a cria&#231;&#227;o de uma ag&#234;ncia federal que visar&#225; impedir ataques realizados pela internet contra redes de computadores do governo e de empresas americanas.

                      De acordo com Obama, os Estados Unidos n&#227;o est&#227;o preparados para se prevenir de ataques do tipo, da&#237; ser necess&#225;rio criar uma divis&#227;o especializada para combater a a&#231;&#227;o de hackers.

                      O l&#237;der americano afirmou que em breve ir&#225; indicar um titular para a nova divis&#227;o governamental, que j&#225; est&#225; sendo chamado nos Estados Unidos de &lt;em&gt;cyberczar&lt;/em&gt;. O chefe da nova divis&#227;o estar&#225; subordinado n&#227;o apenas ao Conselho de Seguran&#231;a Nacional como ao Conselho Econ&#244;mico Nacional.                      

                      ''Devido &#224; import&#226;ncia cr&#237;tica deste trabalho, eu irei pessoalmente escolher este oficial. Eu dependerei da avalia&#231;&#227;o dele em todos os assuntos ligados &#224; seguran&#231;a cibern&#233;tica e ele ter&#225; meu total apoio e acesso constante a mim para que possamos confrontar estes desafios'', afirmou o l&#237;der americano durante o an&#250;ncio oficial, realizado em Washington. 

                      O presidente afirmou que for&#231;as militares americanas t&#234;m sofrido ''ataques constantes'' de hackers.

                      &lt;strong&gt;Ataques&lt;/strong&gt;

                      Obama chegou a contar que, durante a disputa presidencial, computadores de integrantes de sua campanha foram violados por hackers, que obtiveram acesso a e-mails e documentos e planos de viagens.

                      O an&#250;ncio de Obama se deu conjuntamente com a divulga&#231;&#227;o de um relat&#243;rio sobre seguran&#231;a cibern&#233;tica.

                      O texto recomenda a cria&#231;&#227;o do posto que acaba de ser divulgado pelo presidente e afirma ser necess&#225;rio envolver a iniciativa privada em a&#231;&#245;es voltadas para impedir ataques cibern&#233;ticos. 

                      O documento, que re&#250;ne dados coletados ao longo de 60 dias, por Melissa Hathaway - uma profissional da administra&#231;&#227;o de George W. Bush, que vem atuando como conselheira interina de seguran&#231;a virtual na gest&#227;o de Obama.

                      No m&#234;s passado, dois senadores, Jay Rockefeller, um democrata da Virg&#237;nia Ocidental, e a senadora Olympia Snowe, republicana do Estado de Maine, apresentaram um projeto de lei que visa ''reduzir a vulnerabalidade contra crimes cibern&#233;ticos, espionagem cibern&#233;tica global e ataques cibern&#233;ticos''. 

                      De acordo com a senadora Olympia Snowe, ''a vulnerabilidade dos Estados Unidos a grandes crimes pela internet, espionagem eletr&#244;nica e ciberataques se revelou como um dos mais urgentes problemas de seguran&#231;a nacional que afetam o nosso pa&#237;s.

                      Uma comiss&#227;o do Congresso americano advertiu, em novembro do ano passado, que a China desenvolveu um sofisticado sistema de ataques eletr&#244;nicos e que o pa&#237;s asi&#225;tico teria ampliado sua capacidade de invadir computadores americanos. 

                   &lt;/div&gt;                &lt;/div&gt;</body>
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    <nicetitle>bbc-obama-tera-czar-combater-ataques-pela-internet</nicetitle>
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    <title>BBC : Obama ter&#225; 'czar' para combater ataques pela internet</title>
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    <body>&lt;font size="-1" color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif "&gt;&lt;strong&gt;BRAS&#205;LIA&lt;/strong&gt; - O presidente Luiz In&#225;cio Lula da Silva exonerou    ontem, por decreto, dois diretores da Empresa de Correios e Tel&#233;grafos    (ECT). Segundo fontes do governo, eles perderam o cargo por serem investigados    pela Pol&#237;cia Federal em meio &#224; Opera&#231;&#227;o D&#233;j&#224;    Vu, deflagrada em 31 de outubro do ano passado.

 A a&#231;&#227;o tinha o objetivo de desmontar um suposto esquema de fraudes    em licita&#231;&#245;es de &#243;rg&#227;os p&#250;blicos e na venda    e transfer&#234;ncia de ag&#234;ncias franqueadas dos Correios. Os preju&#237;zos    &#224; Uni&#227;o, segundo c&#225;lculos da Pol&#237;cia Federal, chegariam    a R$ 21 milh&#245;es. Nos Correios, teria alcan&#231;ado R$ 30 milh&#245;es    por ano.

 Ao todo, a 1&#170; Vara da Justi&#231;a Federal em Sorocaba (SP) autorizou    43 mandados de busca e apreens&#227;o e decretou 19 ordens de pris&#227;o    tempor&#225;ria. As acusa&#231;&#245;es eram de extors&#227;o, tr&#225;fico    de influ&#234;ncia, corrup&#231;&#227;o ativa e passiva, advocacia administrativa,    forma&#231;&#227;o de quadrilha, falsidade ideol&#243;gica e descaminho.  

 A investiga&#231;&#227;o come&#231;ou em janeiro de 2007 e, segundo a    PF, o grupo contava com a participa&#231;&#227;o de funcion&#225;rios    dos Correios. As primeiras suspeitas surgiram no munic&#237;pio de Votorantim,    regi&#227;o de Sorocaba.

 Outro golpe, tamb&#233;m de acordo com a Pol&#237;cia Federal, consistia    na transfer&#234;ncia ilegal de servi&#231;os de postagens de grandes clientes    para uma franquia espec&#237;fica, privilegiando interesses particulares.  

 Para substituir, interinamente, os dois diretores exonerados por Lula o governo    nomeou dois funcion&#225;rios de carreira da estatal. 

&lt;/span&gt;</body>
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    <nicetitle>presidente-exonera-diretores-dos-correios-investigados-pela-pf</nicetitle>
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    <title>Presidente exonera diretores dos Correios investigados pela PF</title>
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    <body>&lt;table width="95%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr valign="top"&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr valign="top"&gt;&lt;td&gt; 
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="25%"&gt; &lt;a name="#TOPO"&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt; EMENT&#193;RIO DE JURISPRUD&#202;NCIA CRIMINAL N&#186; 25/2008&lt;/strong&gt; 

COMISS&#195;O DE JURISPRUD&#202;NCIA 
 Presidente: Des. RONALD DOS SANTOS VALLADARES

 Organiza&#231;&#227;o: Servi&#231;o de Publica&#231;&#227;o de Jurisprud&#234;ncia (DGCON-SEJUR) da Divis&#227;o de Gest&#227;o de Acervos Jurisprudenciais (DGCON-DIJUR) - dijur@tj.rj.gov.br
 Rua Dom Manuel n.&#186; 29, 4&#186; andar.   &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA1"&gt; Ementa n&#186; 1&lt;/a&gt;  - ABORTO PROVOCADO POR TERCEIRO / MORTE DO FETO&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA2"&gt; Ementa n&#186; 2&lt;/a&gt;  - BOMBEIRO MILITAR / PERDA DO CARGO PUBLICO&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA3"&gt; Ementa n&#186; 3&lt;/a&gt;  - CONCUSSAO E EXTORSAO / DISTINCAO&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA4"&gt; Ementa n&#186; 4&lt;/a&gt;  - DENUNCIA / PROVA INSUFICIENTE&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA5"&gt; Ementa n&#186; 5&lt;/a&gt;  - DIREITO DE RESPOSTA / LIMITACAO&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA6"&gt; Ementa n&#186; 6&lt;/a&gt;  - EXERCICIO ILEGAL DA MEDICINA / FALSIFICACAO DE DOCUMENTO PUBLICO E PARTICULAR&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA7"&gt; Ementa n&#186; 7&lt;/a&gt;  - FURTO DE ENERGIA ELETRICA / SUSPENSAO DO PROCESSO&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA8"&gt; Ementa n&#186; 8&lt;/a&gt;  - LATROCINIO / DESCLASSIFICACAO DO CRIME&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA9"&gt; Ementa n&#186; 9&lt;/a&gt;  - LEI N. 11340, DE 2006 / AGENTE DA CONDUTA ILICITA DO SEXO MASCULINO&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA10"&gt; Ementa n&#186; 10&lt;/a&gt;  - MEDIDA DE SEMILIBERDADE / MAIORIDADE CIVIL&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA11"&gt; Ementa n&#186; 11&lt;/a&gt;  - PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO / COMPARTILHAMENTO DE ARMA&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA12"&gt; Ementa n&#186; 12&lt;/a&gt;  - POSSE ILEGAL DE MUNICAO / ATIPICIDADE&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA13"&gt; Ementa n&#186; 13&lt;/a&gt;  - PROMOTOR NATURAL / AUSENCIA DE VIOLACAO&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA14"&gt; Ementa n&#186; 14&lt;/a&gt;  - RECURSO INTERPOSTO PELO MINISTERIO PUBLICO / PRINCIPIO DA INDEPENDENCIA FUNCIONAL DO M.P.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#EMENTA15"&gt; Ementa n&#186; 15&lt;/a&gt;  - VIOLENCIA DOMESTICA / JUIZ NATURAL&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA1"&gt; Ementa n&#186; 1&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;ABORTO PROVOCADO POR TERCEIRO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;MORTE DO FETO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;TRIBUNAL DO JURI&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; CRIME CONTRA A PESSOA. Aborto provocado por terceiro. Pron&#250;ncia. Manuten&#231;&#227;o. Hip&#243;tese. O crime previsto no artigo 125 do C&#243;digo Penal tutela a vida do feto, bem jur&#237;dico distinto da vida da gestante, que foi objeto do julgamento a que se submeteu o agente, pelo qual restou condenado. O fato de o Conselho de Senten&#231;a ter reconhecido, relativamente ao crime cometido contra a pessoa da gestante, que o agente agiu com intento de lesion&#225;-la, tendo a morte da v&#237;tima se verificado por culpa, n&#227;o significa que esta solu&#231;&#227;o abrange automaticamente aquele perpetrado contra a pessoa do feto; assim, cabe agora ao J&#250;ri decidir, referentemente ao crime de aborto, se o agente teve a inten&#231;&#227;o de comet&#234;-lo ou assumiu o risco de produzi-lo ou, ainda, se a morte do feto ocorreu a t&#237;tulo de culpa. Por outro lado, a materialidade e os ind&#237;cios da autoria encontram-se suficientemente demonstrados pelas provas t&#233;cnica e oral colhidas. A tese da Defesa &#233; de ser apreciada pelo Conselho de Senten&#231;a. 

 &lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200805100295"&gt;2008.051.00295&lt;/a&gt; - RECURSO EM SENTIDO ESTRITO 
 VOLTA REDONDA - PRIMEIRA CAMARA CRIMINAL - Unanime 
DES. MOACIR PESSOA DE ARAUJO - Julg: 02/10/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 02/10/2008&lt;/strong&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=000384D89613CE81F37AB6D166D6AB75DC4F2FC402113609" target="blank"&gt; &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; Voltar ao topo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA2"&gt; Ementa n&#186; 2&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;BOMBEIRO MILITAR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;PERDA DO CARGO PUBLICO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;COMPETENCIA DA SECAO CRIMINAL&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;NAO CONFIGURACAO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;ORDEM DENEGADA&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; Acusado bombeiro militar, condenado pela pr&#225;tica dos crimes descritos nos artigos 121, &#167; 2&#176;, incisos II e IV, 129, caput, na forma do 70 e 155, &#167; 4&#176;, inciso IV e 288, par&#225;grafo &#250;nico, na forma dos artigos 29 e 69, todos do C&#243;digo Penal. Reprimenda total estabelecida em trinta e dois (32) anos e dez (10) meses de reclus&#227;o, em regime inicial fechado e quarenta e oito (48) dias-multa, equivalendo cada fra&#231;&#227;o a um quinto (1/5) do sal&#225;rio-m&#237;nimo vigente &#224; &#233;poca do fato. Foi ainda decretada a perda do cargo, nos termos do artigo 92, inciso I, letra b, do Estatuto Repressivo. O paciente foi tamb&#233;m submetido a procedimento administrativo, onde se concluiu pela sua exclus&#227;o das fileiras da respectiva corpora&#231;&#227;o militar, sendo determinada a sua transfer&#234;ncia do Grupamento Especial Prisional do CBMERJ para uma unidade comum do Sistema Prisional (SEAP-DESIPE). Habeas Corpus onde se alega constrangimento ilegal em raz&#227;o da incompet&#234;ncia da autoridade judici&#225;ria que decretou a perda do cargo e tamb&#233;m da autoridade administrativa que determinou a sua exclus&#227;o do Corpo de Bombeiros, j&#225; que tais medidas s&#243; poderiam ter sido ordenadas pela Se&#231;&#227;o Criminal deste Tribunal de Justi&#231;a, em conformidade com o que disp&#245;e o artigo 7&#186;, inciso II, al&#237;nea b, do Regimento Interno do TJRJ. Argumentou, ainda, que a perda do cargo aliada &#224; condena&#231;&#227;o criminal configuraria bis in idem. 1 - Embora o paciente seja militar e tenha praticado um crime contra outro militar, ambos estavam de folga e, em tais circunst&#226;ncias, a compet&#234;ncia para process&#225;-lo e julg&#225;-lo &#233; da justi&#231;a comum. 2 - A sua exclus&#227;o das fileiras do CBMERJ foi determinada por autoridade com atribui&#231;&#245;es para tanto, pois &#224; Se&#231;&#227;o Criminal compete o julgamento de processos oriundos do Conselho de Justifica&#231;&#227;o, no caso de Oficiais ou do Conselho de Disciplina, quando se tratar de pra&#231;as militares. O r&#233;u foi julgado administrativamente perante a Comiss&#227;o de Avalia&#231;&#227;o de pra&#231;as (CAvP) e n&#227;o ante o Conselho de Disciplina, n&#227;o estando a hip&#243;tese contemplada no artigo 7&#176;, inciso II, al&#237;nea b, do Regimento Interno do Tribunal de Justi&#231;a, restando afastada a compet&#234;ncia da Se&#231;&#227;o Criminal. 3 - A perda do cargo &#233; um dos efeitos secund&#225;rios da condena&#231;&#227;o e foi determinada nos termos do artigo 92, inciso I, letra b, do C&#243;digo Penal, de forma motivada. 4 - Tendo em vista que o paciente foi exclu&#237;do da corpora&#231;&#227;o respectiva, n&#227;o poderia permanecer recolhido ao Grupamento Especial Prisional do CBMERJ, e no instituto penitenci&#225;rio onde est&#225;, h&#225; alojamento destinado aos policiais e ex-policiais civis e militares, al&#233;m de bombeiros e ex-bombeiros, sendo, assim, assegurada a sua seguran&#231;a. 5 - N&#227;o foi demonstrada qualquer ilegalidade ou arbitrariedade, sendo denegada a ordem. 

 
&lt;strong&gt;&amp;amp;nbspPrecedente Citado : &lt;/strong&gt; STJ HC 46257/SP, julgado   em 07/03/2006 e RHC 17460/MG,julgado em 24/05/2005,Rel. Min. Felix Fischer. 

&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200805904839"&gt;2008.059.04839&lt;/a&gt; - HABEAS CORPUS 
 BELFORD ROXO - QUINTA CAMARA CRIMINAL - Unanime 
DES. CAIRO ITALO FRANCA DAVID - Julg: 11/09/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 11/09/2008&lt;/strong&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=0003B6385532FF39B80873A4A4972FECF3290DC4020F5E15" target="blank"&gt; &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; Voltar ao topo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA3"&gt; Ementa n&#186; 3&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;CONCUSSAO E EXTORSAO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;DISTINCAO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;PERDA DO CARGO PUBLICO&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; EMBARGOS INFRINGENTES E DE NULIDADE. CONCUSS&#195;O E EXTORS&#195;O: DIFEREN&#199;A. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. UNANIMIDADE.Na distin&#231;&#227;o entre a concuss&#227;o e a extors&#227;o, a aten&#231;&#227;o deve voltar-se para aquilo em que se baseia o funcion&#225;rio p&#250;blico para formular a exig&#234;ncia da vantagem indevida. Se a exig&#234;ncia se relaciona &#224; promessa de mal que pode ser concretizado pelo sujeito ativo gra&#231;as &#224;s fun&#231;&#245;es de seu cargo, tem-se como configurado o crime de concuss&#227;o. Mas, se o mal prometido n&#227;o se relaciona com as fun&#231;&#245;es do cargo do agente, deve ser tido como configurado o crime de extors&#227;o.Recurso conhecido e parcialmente provido, para condenar o embargante pelo crime de concuss&#227;o, ajustando-se a pena e mantida a perda do cargo, estendendo-se, nos termos do art. 580 do C&#243;digo de Processo Penal, a decis&#227;o ao co-r&#233;u. Unanimidade. 

 &lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200705400301"&gt;2007.054.00301&lt;/a&gt; - EMBARGOS INFRINGENTES E DE NULIDADE 
 CAPITAL - PRIMEIRA CAMARA CRIMINAL - Unanime 
DES. NILDSON ARAUJO DA CRUZ - Julg: 10/07/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 10/07/2008&lt;/strong&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=0003EF57771285FDAC549C1183F6E23D60FD36C402122960" target="blank"&gt; &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; Voltar ao topo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA4"&gt; Ementa n&#186; 4&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;DENUNCIA&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;PROVA INSUFICIENTE&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;FALTA DE JUSTA CAUSA&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;EXTINCAO DO PROCESSO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;ORDEM CONCEDIDA&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; EMENTA: HABEAS CORPUS. PROCESSO PENAL. JUSTA CAUSA. CONSTRANGIMENTO ILEGAL. A DEN&#218;NCIA COMO QUALQUER PETI&#199;&#195;O INICIAL CONT&#201;M "DESENHO ESTRAT&#201;GICO SUBJACENTE, QUE SUGERE UM PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE PROBAT&#211;RIA E UMA PROPOSTA DE LEITURA DE PREVIS&#205;VEL RESULTADO DESTA ATIVIDADE DIRIGIDA AO JULGADOR". INADMISSIBILIDADE DE A&#199;&#195;O PENAL SEM SUPORTE EM UM M&#205;NIMO DE INFORMA&#199;&#213;ES QUE ASSEGUREM TRATAR-SE DE DEMANDA N&#195;O LEVIANA OU TEMER&#193;RIA (ARTIGO 395, III, DO C&#211;DIGO DE PROCESSO PENAL CONFORME A REDA&#199;&#195;O DA LEI 11.719/08) CONSTRANGIMENTO ILEGAL CARACTERIZADO QUANDO A DEN&#218;NCIA RECEBIDA PROP&#213;E A CONDENA&#199;&#195;O DA PACIENTE COM BASE EM MEIO DE PROVA DE PLANO INCAPAZ DE AUTORIZAR A EMISS&#195;O DE DECRETO CONDENAT&#211;RIO. Paciente denunciada como autora de crime de apropria&#231;&#227;o ind&#233;bita porque supostamente teria permanecido em im&#243;vel alugado pela v&#237;tima, e na posse de bens m&#243;veis que tamb&#233;m supostamente guarneceriam o referido apartamento. Alega&#231;&#227;o de que a paciente se apropriou destes bens. Investiga&#231;&#227;o criminal que n&#227;o logrou determinar a rela&#231;&#227;o de loca&#231;&#227;o ou empr&#233;stimo do im&#243;vel pela suposta v&#237;tima &#224; paciente, a propriedade ou a posse do im&#243;vel pela v&#237;tima e a exist&#234;ncia de bens m&#243;veis de que a paciente pudesse se apropriar. Lastro probat&#243;rio consistente em sint&#233;ticas declara&#231;&#245;es da v&#237;tima (fl. 04 do apenso). Pretens&#227;o do Minist&#233;rio P&#250;blico de demonstrar a responsabilidade penal da paciente apenas pela reprodu&#231;&#227;o judicial destas declara&#231;&#245;es. Atividade probat&#243;ria em processo penal que em verdade busca "fazer coincidir a realidade processual com a realidade emp&#237;rica" (Perfecto Andr&#233;s Ib&#225;&#241;ez, in Valora&#231;&#227;o da Prova e Senten&#231;a Penal, Ed. Lumen Juris, Rio de Janeiro, p. 35). Exig&#234;ncia de conjunto de meios de prova que se ap&#243;iam reciprocamente de forma a gerar no esp&#237;rito do julgador a convic&#231;&#227;o da exist&#234;ncia do crime (Maria Thereza Rocha de Assis Moura in A Prova por Ind&#237;cios no Processo Penal, Ed. Saraiva, S&#227;o Paulo, p. 79). Inexist&#234;ncias destes ind&#237;cios de autoria e materialidade da infra&#231;&#227;o penal que imp&#245;e a extin&#231;&#227;o do processo por falta de justa causa na medida em que o "chamado status dignitatis" (Afr&#226;nio Silva Jardim in Direito Processual Penal Revista e Atualizada, Ed. Forense, Rio de Janeiro, p. 313) atingido pela simples instaura&#231;&#227;o do processo penal, que somente se justificaria diante da "s&#243;lida demonstra&#231;&#227;o, prima facie, de que a acusa&#231;&#227;o n&#227;o &#233; temer&#225;ria ou leviana, por isso que baseada em um m&#237;nimo de prova" (Afr&#226;nio Silva Jardim, obra citada, p. 313). Constrangimento ilegal reconhecido e ordem concedida para extinguir o processo por falta de justa causa.ORDEM CONCEDIDA. 

 &lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200805904423"&gt;2008.059.04423&lt;/a&gt; - HABEAS CORPUS 
 MANGARATIBA - QUINTA CAMARA CRIMINAL - Unanime 
DES. GERALDO PRADO - Julg: 25/09/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 25/09/2008&lt;/strong&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=0003124BD3CD6E2306C4C38FE4B498289B4DBAC402120409" target="blank"&gt; &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; Voltar ao topo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA5"&gt; Ementa n&#186; 5&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;DIREITO DE RESPOSTA&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;LIMITACAO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;LIBERDADE DE IMPRENSA&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; LEI DE IMPRENSA - APELA&#199;&#195;O CRIMINAL - DIREITO DE RESPOSTA - Argumentos de veicula&#231;&#227;o de mat&#233;ria jornal&#237;stica ofensiva com conte&#250;do inver&#237;dico de molde a denegrir a imagem dos apelantes. - Decis&#227;o que n&#227;o concedeu direito de resposta. - Com efeito, a liberdade de imprensa &#233; um direito fundamental, constitucionalmente garantido. - N&#227;o obstante, a not&#237;cia veiculada pelo ora apelado n&#227;o gera direito de resposta, pois, trata-se de exposi&#231;&#227;o de um quadro administrativo e pol&#237;tico-eleitoral no &#226;mbito do sindicato em tela. - Na presente hip&#243;tese, &#233; evidente a aus&#234;ncia do pressuposto legal a autorizar a incid&#234;ncia do art. 29 da Lei 5250/67 que tanto os apelantes perseguem, raz&#227;o pela qual, acertadamente, deixou de ser acolhido. Dessa forma, evidenciado a acerto da senten&#231;a atacada, deve a mesma ser mantida em sua totalidade. - IMPROVIMENTO do RECURSO. 

 
&lt;strong&gt;&amp;amp;nbspPrecedente Citado : &lt;/strong&gt; TJRJ ApCrim 2005.050.03148,Rel. Des. Moacir Pessoa de Ara&#250;jo, julgado em13/07/2006 e Ap Crim 2006.050.02667, Rel. Des.Roberto Guimar&#227;es, julgado em 31/10/2006. 

&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200805005165"&gt;2008.050.05165&lt;/a&gt; - APELACAO CRIMINAL 
 CAPITAL - QUARTA CAMARA CRIMINAL - Unanime 
DES. GIZELDA LEITAO TEIXEIRA - Julg: 07/10/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 07/10/2008&lt;/strong&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=0003ECB266CEFF9DFAA5704D617A9462679C90C402111F20" target="blank"&gt; &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; Voltar ao topo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA6"&gt; Ementa n&#186; 6&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;EXERCICIO ILEGAL DA MEDICINA&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;FALSIFICACAO DE DOCUMENTO PUBLICO E PARTICULAR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;PRINCIPIO DA CONSUNCAO&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; APELA&#199;&#195;O CRIMINAL. ART.282, 297 E 298, DO C&#211;DIGO PENAL. EXERC&#205;CIO IRREGULAR DA MEDICINA. CONCESS&#195;O DE ATESTADO M&#201;DICO PARA AUTORIZAR A FREQUENCIA DA PISCINA DO CLUBE. FALSIFICA&#199;&#195;O DE DOCUMENTO P&#218;BLICO E PARTICULAR. C&#211;PIA N&#195;O AUTENTICADA. ATIPICIDADE DAS CONDUTAS DE FALSO. Com a inten&#231;&#227;o de garantir a impunidade do delito de exerc&#237;cio irregular da medicina, os Acusados confeccionaram e apresentaram &#224; Autoridade policial um diploma falso da faculdade de medicina. Deste modo, eles foram condenados pelo crime de falsifica&#231;&#227;o de documento p&#250;blico. Por fim, com fundamento em c&#243;pia n&#227;o autenticada do atestado m&#233;dico, autorizando o uso da piscina, os R&#233;us tamb&#233;m foram condenados pelo delito de falsifica&#231;&#227;o de documento particular. Entretanto, n&#227;o houve les&#227;o a bem, servi&#231;o ou interesse da Uni&#227;o, porquanto a c&#243;pia n&#227;o autenticada n&#227;o possui potencialidade lesiva, n&#227;o ofendendo, pois, o bem jur&#237;dico f&#233; p&#250;blica, tutelado no art.297, do C&#243;digo Penal. Assim sendo, considerando a flagrante atipicidade da conduta imputada aos R&#233;us, n&#227;o h&#225; que se falar em incompet&#234;ncia do Ju&#237;zo. Quanto &#224; falsifica&#231;&#227;o do documento particular, a absolvi&#231;&#227;o dos Apelantes possui duplo fundamento, visto que, al&#233;m de tamb&#233;m se tratar de c&#243;pia n&#227;o autenticada, cuja aus&#234;ncia de potencialidade lesiva j&#225; foi ressaltada, o suposto falso configurou mero instrumento do crime de exerc&#237;cio irregular da medicina, sendo absorvido, em raz&#227;o do princ&#237;pio da consun&#231;&#227;o. Por fim, as provas constantes dos autos s&#227;o contundentes, demonstrando de modo inequ&#237;voco que a R&#233; exercia ilegalmente a medicina, de forma habitual, sem autoriza&#231;&#227;o legal, causando risco n&#227;o tolerado a sa&#250;de dos s&#243;cios do Iate Clube de Ramos, com ci&#234;ncia, conhecimento e apoio do R&#233;u. Destarte, correta a condena&#231;&#227;o pelo delito de exerc&#237;cio irregular da medicina. Recursos providos em parte. 

 
&lt;strong&gt;&amp;amp;nbspPrecedente Citado : &lt;/strong&gt; STJ HC 58298/SP, Rel.Min.Gilson Dipp, julgado em 24/04/2007 e  RHC  9260/SP,Rel.Min. Hamilton Carvalhido,julgado em 05/09/200. 

&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200805003269"&gt;2008.050.03269&lt;/a&gt; - APELACAO CRIMINAL 
 CAPITAL - PRIMEIRA CAMARA CRIMINAL - Unanime 
DES. MARCUS BASILIO - Julg: 21/08/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 21/08/2008&lt;/strong&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=000358281DC3E74200396A53322B4EE97155B2C402111A4E" target="blank"&gt; &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; Voltar ao topo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA7"&gt; Ementa n&#186; 7&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;FURTO DE ENERGIA ELETRICA&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SUSPENSAO DO PROCESSO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;REPARACAO DO DANO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;NATUREZA CIVEL&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; DIREITO PENAL E PROCESSUAL PENAL. FURTO DE ENERGIA EL&#201;TRICA.O segundo Apelado foi denunciado como incurso nas san&#231;&#245;es do art. 155, &#167; 3&#186; do C.P., ao argumento de que, como respons&#225;vel por um estabelecimento comercial, teria, durante determinado tempo, subtra&#237;do, para si, energia el&#233;trica, atrav&#233;s de liga&#231;&#227;o direta da unidade de consumo da empresa lesada.Proposta e aceita a suspens&#227;o do processo (art. 89 da Lei n&#186; 9099/95), nela n&#227;o foi inclu&#237;da a condi&#231;&#227;o de reparar o dano, por ter, a douta magistrada, entendido que a repara&#231;&#227;o deveria ser objeto de a&#231;&#227;o no ju&#237;zo c&#237;vel.A concession&#225;ria, sociedade lesada que foi admitida como assistente de acusa&#231;&#227;o, interp&#244;s apela&#231;&#227;o, ao argumento de que a repara&#231;&#227;o decorreria de imposi&#231;&#227;o legal, e assim, n&#227;o poderia ter sido suprimida sem que restasse demonstrada a impossibilidade financeira do acusado em reparar o dano, conforme disposto no inciso I, do art. 1&#186; da Lei n&#186; 9099/95.N&#227;o assiste raz&#227;o &#224; Apelante, a uma, porque as condi&#231;&#245;es especificadas no &#167; 1&#176; do art. 89 da Lei n&#176; 9.099/95 s&#227;o meramente exemplificativas, n&#227;o havendo obrigatoriedade legal para a imposi&#231;&#227;o de todas elas, a duas, porque n&#227;o se pode impor ao acusado a condi&#231;&#227;o de reparar o dano se n&#227;o se apurou o valor do mesmo e, a tr&#234;s, porque quando do acordo de suspens&#227;o do processo, j&#225; se sabia que o acusado n&#227;o tinha condi&#231;&#245;es de reparar o dano sem preju&#237;zo do pr&#243;prio sustento.RECURSO CONHECIDO, MAS DESPROVIDO. 

 &lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200805003786"&gt;2008.050.03786&lt;/a&gt; - APELACAO CRIMINAL 
 CAPITAL - SETIMA CAMARA CRIMINAL - Unanime 
DES. MAURILIO PASSOS BRAGA - Julg: 26/08/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 26/08/2008&lt;/strong&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=0003FAD3D2FD62423FF06E1599952A4984A929C4020F1D38" target="blank"&gt; &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o&lt;/a&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=0003511F3499B5D2A864AB199B7DFD44B6DC93C402102654" target="blank"&gt;&amp;amp;nbspVoto Vencido - DES. GILMAR AUGUSTO TEIXEIRA&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; Voltar ao topo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA8"&gt; Ementa n&#186; 8&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;LATROCINIO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;DESCLASSIFICACAO DO CRIME&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;HOMICIDIO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;IMPOSSIBILIDADE&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; EMENTA: CRIME DE LATROC&#205;NIO - ART. 157 &#167; 3&#186; IN FINE DO C&#211;DIGO PENAL - PRELIMINARES DE VIOLA&#199;&#195;O DO DIREITO DE N&#195;O INCRIMINA&#199;&#195;O E DE NULIDADE DA SENTEN&#199;A POR FUNDAR-SE EM PROVA EMPRESTADA E CERCEAMENTO DE DEFESA - REJEI&#199;&#195;O - APREENDIDO PANO NO QUAL HAVIA SANGUE DO APELANTE E A UTILIZA&#199;&#195;O DELE A REALIZA&#199;&#195;O DE EXAME DE DNA, AINDA QUE SEM O CONSENTIMENTO DO APELANTE, N&#195;O OFENDE O PRINC&#205;PIO NEMO TENETUR SE DETEGERE - ELEMENTO QUE J&#193; SE ENCONTRA DESPRENDIDO DO CORPO - INEXIST&#202;NCIA DE QUALQUER COER&#199;&#195;O OU INTERVEN&#199;&#195;O CORPORAL DESNECESSIDADE DO CONSENTIMENTO DO APELANTE DEFESA INTIMADA QUE N&#195;O FORMULOU QUESITOS QUANDO DA REALIZA&#199;&#195;O DA PER&#205;CIA E QUE TEVE OPORTUNIDADE DE MANIFESTAR-SE SOBRE O EXAME DE DNA, QUEDANDO-SE SILENTE - ALEGADA PROVA EMPRESTADA QUE N&#195;O TROUXE QUALQUER PREJU&#205;ZO &#192; DEFESA, EIS QUE SEQUER ESCLARECERAM A AUTORIA DELITIVA EM RELA&#199;&#195;O AO APELANTE - SENTEN&#199;A QUE N&#195;O SE BASEOU NO EXAME DE TAIS DEPOIMENTOS - INEXIST&#202;NCIA DE CERCEAMENTO DE DEFESA - M&#201;RITO - PROVAS ABUNDANTES DA MATERIALIDADE E DA AUTORIA DELITIVA - APELANTE QUE EM COMPANHIA DE DOIS COMPARSAS UNE-SE PARA PR&#193;TICA DE CRIMES CONTRA O PATRIM&#212;NIO E, DURANTE O ROUBO DE UM AUTOM&#211;VEL, FEREM MORTALMENTE A V&#205;TIMA DESIMPORTANTE QUE O APELANTE N&#195;O TENHA SIDO O AUTOR DO DISPARO FATAL, EIS QUE AGIAM COM O MESMO DES&#205;GNIO CRIMINOSO - DEPOIMENTO DA PR&#211;PRIA M&#195;E DO APELANTE A CONFIRMAR SUA PARTICIPA&#199;&#195;O NO DELITO, CORROBORADA POR OUTRAS PROVAS - EXAME DE DNA QUE INDICA A PRESEN&#199;A DO APELANTE NO LOCAL DO EVENTO CRIMINOSO - DOLO EXACERBADO - O INJUSTO PENAL DO LATROC&#205;NIO EST&#193; ELENCADO NO C&#211;DIGO PENAL DENTRE OS CRIMES CONTRA O PATRIM&#212;NIO - SE TODA A PROVA DEMONSTRA QUE A INTEN&#199;&#195;O DOS AGENTES ERA ROUBAR, N&#195;O H&#193; QUE SE FALAR EM DESCLASSIFICA&#199;&#195;O PARA CRIME DE HOMIC&#205;DIO - SE DURANTE A PR&#193;TICA DO ROUBO OCORREU O EVENTO MORTE, IMPOSS&#205;VEL A DESCLASSIFICA&#199;&#195;O PARA O TIPO PENAL DE ROUBO QUALIFICADO - PENA BEM DOSADA E FUNDAMENTADA QUE N&#195;O MERECE REPARO - APELANTE REINCIDENTE PRELIMINARES QUE SE REJEITAM - APELO DESPROVIDO. 

 &lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200805002040"&gt;2008.050.02040&lt;/a&gt; - APELACAO CRIMINAL 
 CAPITAL - SEGUNDA CAMARA CRIMINAL - Unanime 
DES. ANTONIO JOSE CARVALHO - Julg: 30/09/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 30/09/2008&lt;/strong&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=00037EEA32300F894C6A01AE2115C1B9E946F3C40210603E" target="blank"&gt; &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; Voltar ao topo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA9"&gt; Ementa n&#186; 9&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;LEI N. 11340, DE 2006&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;AGENTE DA CONDUTA ILICITA DO SEXO MASCULINO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;NECESSIDADE&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;COMPETENCIA DO JUIZO CRIMINAL&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; EMENTA: Conflito Negativo de Jurisdi&#231;&#227;o, tendo como Suscitante o Ju&#237;zo de Direito do I Juizado Especial Criminal e da Viol&#234;ncia Dom&#233;stica e Familiar Contra a Mulher da Comarca de Nova Igua&#231;u, sendo Suscitado o Ju&#237;zo de Direito da 2&#170; Vara Criminal da mesma comarca. A incid&#234;ncia dos procedimentos elencados na lei 11.340/06, somente ocorrem quando o agente da conduta il&#237;cita for do sexo masculino e a v&#237;tima do feminino, tendo-se como requisito, ainda, que seja perpetrada no &#226;mbito familiar, de modo a proteger a incolumidade f&#237;sica e ps&#237;quica da mulher de atos praticados por homens que tenham por finalidade subjug&#225;-las, em raz&#227;o de sua maior potencialidade f&#237;sica e, muitas das vezes, econ&#244;mica. Pr&#225;tica, em tese, de infra&#231;&#227;o capitulada no artigo 129, &#167; 9&#186;, do C&#243;digo Penal, figurando como autora do fato e como v&#237;tima, duas mulheres, especificamente, tendo-se, por conseguinte, a incompet&#234;ncia do Juizado da Viol&#234;ncia Dom&#233;stica e Familiar, eis que a agress&#227;o em tais casos dever&#225; estar fundamentada no g&#234;nero, ante a dic&#231;&#227;o do art.5&#186; da lei Maria da Penha. Conflito julgado procedente, por ser, o Ju&#237;zo Suscitado, o competente para processamento do feito em quest&#227;o. 

 &lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200805500089"&gt;2008.055.00089&lt;/a&gt; - CONFLITO DE JURISDICAO 
 NOVA IGUACU - OITAVA CAMARA CRIMINAL - Unanime 
DES. DENISE ROLINS LOURENCO - Julg: 17/09/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 17/09/2008&lt;/strong&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=0003B43CA418EBB025A9D184256EC86C8E8E5FC40210170E" target="blank"&gt; &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; Voltar ao topo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA10"&gt; Ementa n&#186; 10&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;MEDIDA DE SEMILIBERDADE&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;MAIORIDADE CIVIL&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;NOVO CODIGO CIVIL&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;PRINCIPIO DA ESPECIALIDADE&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; HABEAS CORPUS. CUMPRIMENTO DE MEDIDA S&#211;CIO-EDUCATIVA DE SEMILIBERDADE AP&#211;S O ADVENTO DA MAIORIDADE CIVIL. O Novo C&#243;digo Civil ao fixar a maioridade civil aos 18 anos n&#227;o alterou da aplica&#231;&#227;o do Princ&#237;pio da Especialidade, ou seja, norma geral n&#227;o revoga norma especial. Ao contr&#225;rio do afirmado pelo impetrante &#233; poss&#237;vel a aplica&#231;&#227;o da norma contida no &#167; 5&#186;, do artigo 121, do ECA, nos casos de medida de semiliberdade, devendo o magistrado considerar o car&#225;ter protetivo das medidas s&#243;cio-educativas, objetivando impedir a marginaliza&#231;&#227;o da menor e o seu afastamento da criminalidade, muito embora no caso dos autos, verifica-se que o mesmo n&#227;o venha ocorrendo, pois a adolescente infratora encontra-se evadida h&#225; mais de um ano. Para aplica&#231;&#227;o das medidas previstas no ECA leva-se em considera&#231;&#227;o apenas a idade do menor ao tempo do fato (artigo 104, par&#225;grafo &#250;nico). No pertinente &#224; interna&#231;&#227;o e semiliberdade, por disposi&#231;&#227;o expressa, a libera&#231;&#227;o s&#243; ser&#225; compuls&#243;ria aos 21 anos de idade. Por outro lado, o Estatuto menoril registra posi&#231;&#227;o de lei especial em rela&#231;&#227;o aos C&#243;digos Civil e Penal, que s&#227;o diplomas de car&#225;ter geral. Assim n&#227;o fosse, todos os dispositivos normativos que comp&#245;em o Estatuto n&#227;o poderiam mais ser aplicados aos maiores de 18 anos, impedindo tamb&#233;m a ado&#231;&#227;o do menor de 21 anos e que j&#225; se encontra sob a guarda ou tutela dos adotantes, conforme previsto no artigo 40, do referido Estatuto, em indiscut&#237;vel preju&#237;zo do jovem adulto, considerando que a ado&#231;&#227;o atribui a condi&#231;&#227;o de filho ao adotado, com os mesmos direitos e deveres, inclusive sucess&#243;rios. Por sua vez, e apenas em aten&#231;&#227;o aos argumentos, ao menor que estivesse apenas h&#225; algumas horas para alcan&#231;ar os 18 anos, e resolvesse praticar um latroc&#237;nio, nenhuma medida seria aplic&#225;vel, eis que por ser menor de 18 anos seria inimput&#225;vel, mas at&#233; ser levado &#224; delegacia para o registro do fato j&#225; teria completado os 18 anos e nada mais poderia ser feito, por aus&#234;ncia de tempo. ORDEM CONHECIDA, COM IMPROCED&#202;NCIA DO PEDIDO. 

 
&lt;strong&gt;&amp;amp;nbspPrecedente Citados : &lt;/strong&gt; STF HC 91492/RJ, Rel.Min.Ricardo Lewandowski, julgado em 12/06/2007. STJHC 31540/RJ, Rel. Min. Jorge Scartezzini, julgadoem 09/03/2004. TJRJ HC 2007.059.00535, Rel. Des.Cairo Italo Fran&#231;a David, julgado em 17/04/2007 eHC 2007.059.01920, Rel. Des. Maur&#237;cio Passos Braga,julgado em 17/04/2007. 

&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200805906309"&gt;2008.059.06309&lt;/a&gt; - HABEAS CORPUS 
 CAPITAL - SETIMA CAMARA CRIMINAL - Unanime 
DES. GILMAR AUGUSTO TEIXEIRA - Julg: 23/09/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 23/09/2008&lt;/strong&gt; 
 &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o em Segredo de Justi&#231;a&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; Voltar ao topo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA11"&gt; Ementa n&#186; 11&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;COMPARTILHAMENTO DE ARMA&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;POSSIBILIDADE&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; APELA&#199;&#195;O CRIMINAL. CONDENA&#199;AO POR CRIMES DE PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO COM NUMERA&#199;&#195;O RASPADA. RECEPTA&#199;&#195;O E FALSIFICA&#199;&#195;O DE DOCUMENTO P&#218;BLICO. COMPARTILHAMENTO DA ARMA OBJETO DO CRIME. TESE REFERENDADA PELA DOUTRINA E JURISPRUD&#202;NCIA. FORNECIMENTO DE FOTOGRAFIA E DADOS PESSOAIS PARA A CONTRAFA&#199;&#195;O DOCUMENTAL. PARTICIPA&#199;&#195;O CRIMINOSA EVIDENTE. CONDU&#199;&#195;O DE MOTOCICLETA CONTENDO MOTOR ORIGIN&#193;RIO DE OUTRA MOTOCICLETA, OBJETO DE FURTO POSTERIOR &#192; AQUISI&#199;&#195;O DO VE&#205;CULO PELO R&#201;U. RECEPTA&#199;&#195;O CRIMINOSA RECONHECIDA. AUTORIAS E MATERIALIDADES DOS DELITOS COMPROVADAS. DOSIMETRIA BEM AJUSTADA &#192; HIP&#211;TESE. DESPROVIMENTO DOS APELOS DEFENSIVOS.1- Se os r&#233;us se locomovem em via p&#250;blica, numa motocicleta, estando um deles armado, fato plenamente conhecido pelo outro que pilota a motocicleta, o compartilhamento criminoso &#233; evidente, m&#225;xime se n&#227;o possuem autoriza&#231;&#227;o legal para tanto, incidindo ambos no crime de porte ilegal de arma de fogo.2- Aquele que porta consigo documento referente &#224; habilita&#231;&#227;o para condu&#231;&#227;o de ve&#237;culos, tendo fornecido retrato e dados pessoais para a contrafa&#231;&#227;o documental, concorre, na forma do art. 29 do C&#243;digo Penal, para o crime tipificado no art. 297 do referido diploma legal, n&#227;o havendo que se falar em uso de documento falso (art. 304 do C&#243;digo Penal), porque o r&#233;u n&#227;o apresentou ou se identificou a quem quer que seja por interm&#233;dio do citado documento.3- Ainda que se admita a aquisi&#231;&#227;o de motocicleta - fato n&#227;o comprovado eficazmente que n&#227;o seja, oficialmente, considerada objeto de crime patrimonial, a sua condu&#231;&#227;o com motor - esse sim - objeto de furto, ocorrido, segundo a prova produzida, ap&#243;s ter o r&#233;u adquirido o ve&#237;culo, a recepta&#231;&#227;o criminosa se faz confirmada. Por outro lado, n&#227;o se tendo provado o pr&#233;vio conhecimento pelo co-r&#233;u quanto &#224; recepta&#231;&#227;o havida, correta a sua absolvi&#231;&#227;o por fragilidade do contexto probat&#243;rio, no ponto.4- Recursos desprovidos. 

 &lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200805001042"&gt;2008.050.01042&lt;/a&gt; - APELACAO CRIMINAL 
 CAPITAL - QUARTA CAMARA CRIMINAL - Unanime 
DES. JOSE MUINOS PINEIRO FILHO - Julg: 26/08/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 26/08/2008&lt;/strong&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=00034FD1AC556FEB46FE8947403E04DB88149FC402114832" target="blank"&gt; &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; Voltar ao topo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA12"&gt; Ementa n&#186; 12&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;POSSE ILEGAL DE MUNICAO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;ATIPICIDADE&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;IMPOSSIBILIDADE&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;CRIME DE PERIGO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;AUTORIA E MATERIALIDADE COMPROVADAS&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; POSSE ILEGAL DE MUNI&#199;&#195;O. ART. 14 DA LEI N.&#186; 10.826/2003. RECURSO DEFENSIVO, QUE PUGNA PELA ABSOLVI&#199;&#195;O DO R&#201;U, ALEGANDO ATIPICIDADE DA CONDUTA, &#192; LUZ DOS PRINC&#205;PIOS DA LESIVIDADE E OFENSIVIDADE, E POR SE CARACTERIZAR A HIP&#211;TESE DE CRIME IMPOSS&#205;VEL. O ESTATUTO DO DESARMAMENTO TEM COMO OBJETIVO A TUTELA DA SEGURAN&#199;A P&#218;BLICA. OS CRIMES TIPIFICADOS NA LEI N.&#186; 10.826/03 CONSTITUEM CRIMES DE PERIGO, E T&#205;PICA &#201; A CONDUTA DAQUELE QUE PRATICA QUALQUER UMA DAS A&#199;&#213;ES PREVISTAS NOS DIVERSOS TIPOS PENAIS. &#201; INEG&#193;VEL QUE A CONDUTA DE PORTAR QUANTIDADE SIGNIFICATIVA DE MUNI&#199;&#195;O, AINDA QUE DESACOMPANHADA DE ARMA DE FOGO, TRADUZ PERIGO REAL E IMINENTE PARA A SOCIEDADE, COM LESIVIDADE VIS&#205;VEL E PALP&#193;VEL &#192; PAZ SOCIAL. A CRESCENTE ONDA DE VIOL&#202;NCIA EXIGIU QUE O ESTADO REPRIMISSE O MERCADO IL&#205;CITO DE ARMAS E MUNI&#199;&#213;ES, ADOTANDO COMO MEDIDA LEG&#205;TIMA A INCRIMINA&#199;&#195;O DA CONDUTA DAQUELE QUE PORTA, DET&#201;M, ADQUIRE, FORNECE, RECEBE, TEM EM DEP&#211;SITO, TRANSPORTA, CEDE AINDA QUE GRATUITAMENTE, EMPRESTA, REMETE, EMPREGA, MANT&#201;M SOB GUARDA OU OCULTA, SEM AUTORIZA&#199;&#195;O LEGAL, MUNI&#199;&#195;O, OU ARMA DE FOGO, AINDA QUE UMA ESTEJA DESACOMPANHADA DA OUTRA. A MATERIALIDADE E A AUTORIA DELITIVAS FORAM INQUESTIONAVELMENTE COMPROVADAS. TESE DE CRIME IMPOSS&#205;VEL QUE TAMB&#201;M N&#195;O SE SUSTENTA, NA MEDIDA EM QUE AS MUNI&#199;&#213;ES APRESENTAVAM-SE &#205;NTEGRAS, SENDO EFIC&#193;ZES PARA CAUSAR OFENSA F&#205;SICA, N&#195;O HAVENDO QUE SE FALAR EM ABSOLUTA INEFIC&#193;CIA DO MEIO OU ABSOLUTA IMPROPRIEDADE DO OBJETO. RECURSO IMPROVIDO. 

 
&lt;strong&gt;&amp;amp;nbspPrecedente Citado : &lt;/strong&gt; STJ HC 63354/SC, Rel.Min.Laurita Vaz, julgado em 07/11/2006. 

&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200805000073"&gt;2008.050.00073&lt;/a&gt; - APELACAO CRIMINAL 
 SAO JOAO DA BARRA - QUINTA CAMARA CRIMINAL - Por maioria 
DES. LUISA BOTTREL SOUZA - Julg: 14/08/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 14/08/2008&lt;/strong&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=0003EA12DDD2C93269923276448E6162A658D9C4020E641F" target="blank"&gt; &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o&lt;/a&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=00038EFBB3FF69109E7B816662AD9E6AED4AE2C402104D20" target="blank"&gt;&amp;amp;nbspVoto Vencido - DES. GERALDO PRADO&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; Voltar ao topo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA13"&gt; Ementa n&#186; 13&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;PROMOTOR NATURAL&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;AUSENCIA DE VIOLACAO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;TRIBUNAL DO JURI&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;DIREITO DE SILENCIO&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; EMENTA - CRIME DE HOMIC&#205;DIO TRIPLAMENTE QUALIFICADO - MATERIALIDADE PROVADA - AUTORIA NEGADA - JULGAMENTO - CONDENA&#199;&#195;O - APELA&#199;&#195;O PRELIMINARES DE NULIDADE - ALEGA&#199;&#195;O DE NULIDADE POR VIOLA&#199;&#195;O AO PRINC&#205;PIO DO PROMOTOR NATURAL - SE O PROMOTOR DE JUSTI&#199;A QUE ATUOU NO JULGAMENTO FOI DESIGNADO POR RESOLU&#199;&#195;O DO CHEFE DA INSTITUI&#199;&#195;O PARA ATUAR NO FEITO A PEDIDO DO PROMOTOR COM ATRIBUI&#199;&#195;O SENDO RESPEITADAS AS LEIS DE ORGANIZA&#199;&#195;O INTERNA DO MINIST&#201;RIO P&#218;BLICO, N&#195;O H&#193; FALAR EM NULIDADE - NULIDADE POR AFRONTA AO DIREITO DE SIL&#202;NCIO DA APELANTE - R&#201; QUE LAN&#199;OU M&#195;O DE SEU DIREITO CONSTITUCIONAL DE PERMACER CALADA - N&#195;O H&#193; VEDA&#199;&#195;O LEGAL A QUE AS PEGUNTAS FORMULADAS E N&#195;O RESPONDIDAS SEJAM CONSIGNADAS - JUIZ PRESIDENTE QUE ALERTA OS JURADOS DE QUE O EXERC&#205;CIO DO DIREITO AO SIL&#202;NCIO N&#195;O TRAZ QUALQUER CONSEQ&#220;&#202;NCIA NEGATIVA NEM PODE SER CONSIDERADO PARA FINS DE CONDENA&#199;&#195;O NULIDADE POR N&#195;O TER SIDO DADO AO ASSISTENTE O DIREITO DE SE MANIFESTAR - ASSISTENTE QUE INCLUSIVE FAZ PERGUNTAS - AUS&#202;NCIA DE PREJU&#205;ZO PARA A DEFESA - PRELIMINARES REJEITADAS - M&#201;RITO - DECIS&#195;O QUE ACOLHE UMA DAS VERS&#213;ES EXISTENTES N&#195;O &#201; MANIFESTAMENTE CONTR&#193;RIA &#192; PROVA DOS AUTOS QUALIFICADORAS DEMONSTRADAS E RECONHECIDAS PELO CONSELHO DE SENTEN&#199;A - PENA BEM DOSADA E FUNDAMENTADA - RECURSO DESPROVIDO. 

 &lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200805003694"&gt;2008.050.03694&lt;/a&gt; - APELACAO CRIMINAL 
 CAPITAL - QUARTA CAMARA CRIMINAL - Unanime 
DES. FATIMA CLEMENTE - Julg: 23/09/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 23/09/2008&lt;/strong&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=000366D51F872D402F25C6565F110750F22DFEC402102C13" target="blank"&gt; &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; Voltar ao topo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA14"&gt; Ementa n&#186; 14&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;RECURSO INTERPOSTO PELO MINISTERIO PUBLICO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;PRINCIPIO DA INDEPENDENCIA FUNCIONAL DO M.P.&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;PRINCIPIO DA OBRIGATORIEDADE DA ACAO PENAL&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;INOCORRENCIA DE VIOLACAO&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; APELA&#199;&#195;O CRIMINAL. Recurso interposto pelo Minist&#233;rio P&#250;blico. Raz&#245;es apresentadas a posteriori por outro membro do Parquet, pugnando pelo desprovimento do apelo. Admissibilidade. Princ&#237;pio da independ&#234;ncia funcional. O princ&#237;pio da obrigatoriedade da a&#231;&#227;o penal a que est&#225; vinculado o Minist&#233;rio P&#250;blico n&#227;o importa no dever de buscar a condena&#231;&#227;o do r&#233;u, mas de tomar as medidas necess&#225;rias para que o processo a que deu causa chegue regularmente a seu termo. Aus&#234;ncia de mat&#233;ria controversa cuja aprecia&#231;&#227;o tenha sido devolvida a este Tribunal. Recurso desprovido e reconhecimento, de of&#237;cio, da extin&#231;&#227;o da punibilidade dos tr&#234;s apelados relativamente ao crime de furto, face &#224; ocorr&#234;ncia da prescri&#231;&#227;o da pretens&#227;o punitiva, nos termos do disposto no artigo 61 do C&#243;digo de Processo Penal. 

 &lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200705003527"&gt;2007.050.03527&lt;/a&gt; - APELACAO CRIMINAL 
 BOM JARDIM - PRIMEIRA CAMARA CRIMINAL - Unanime 
DES. ANTONIO JAYME BOENTE - Julg: 25/09/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 25/09/2008&lt;/strong&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=0003BCEF9596BC0567A4FBB46E3C91654B280CC40210571F" target="blank"&gt; &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; Voltar ao topo&lt;/a&gt;&lt;/center&gt; &lt;hr&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a name="EMENTA15"&gt; Ementa n&#186; 15&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;

 &lt;strong&gt;VIOLENCIA DOMESTICA&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;JUIZ NATURAL&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;INOCORRENCIA DE VIOLACAO&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;COMPETENCIA DO JUIZADO&lt;/strong&gt; 
 &lt;p align="justify"&gt; CONFLITO DE JURISDI&#199;&#195;O. LEI 11.340/06, VIOL&#202;NCIA DOM&#201;STICA. ARTIGO 129, &#167; 9&#186; DO C&#211;DIGO PENAL.Aplicabilidade da chamada Lei Maria da Penha inobstante n&#227;o se tratar de esposa ou companheira de agressor. Viol&#234;ncia no &#226;mbito familiar, tal como previsto no artigo 5&#186; e incisos, da mesma Lei.Vara especializada melhor aparelhada para julgar e investigar o delito em tela.Aus&#234;ncia de viola&#231;&#227;o ao Princ&#237;pio do Juiz Natural. Entendimento do Supremo Tribunal Federal de que o aludido princ&#237;pio &#233; atendido pela norma constitucional que fixa, taxativamente, a compet&#234;ncia do &#243;rg&#227;o julgador, e n&#227;o pela instala&#231;&#227;o de ju&#237;zo especializado antes do fato.Se a jurisdi&#231;&#227;o da Justi&#231;a Estadual j&#225; se encontrava definida constitucionalmente, para julgamento do crime em apre&#231;o, a cria&#231;&#227;o ou transforma&#231;&#227;o de serventias em varas especializadas n&#227;o viola o artigo 5&#186;, XXXVIII e LIII da Carta Magna. Precedentes no Supremo Tribunal Federal e entendimento doutrin&#225;rio de Alexandre Moraes, Celso Mello, Pacelli e Guilherme Nucci.Proced&#234;ncia do conflito. Compet&#234;ncia do II Juizado da Viol&#234;ncia Dom&#233;stica e Familiar contra a Mulher. Un&#226;nime. 

 
&lt;strong&gt;&amp;amp;nbspPrecedente Citados : &lt;/strong&gt; STF HC 91253/MS, Rel.Min.Ricardo Lewandowski, julgado em 16/10/2007 e HC86889/SP, Rel. Min. Menezes Direito, julgado em20/11/2007. STJ CC 57838/MS, Rel. Min. LauritaVaz, julgado em 26/04/2006. 

&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?MGWLPN=JURIS&amp;amp;LAB=CONxWEB&amp;amp;PGM=WEBPCNU88&amp;amp;N=200805500110"&gt;2008.055.00110&lt;/a&gt; - CONFLITO DE JURISDICAO 
 CAPITAL - SEXTA CAMARA CRIMINAL - Unanime 
DES. ANTONIO CARLOS AMADO - Julg: 26/08/2008   &lt;table width="600"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt; &lt;td&gt; 
 &lt;strong&gt;INTEIRO TEOR&lt;/strong&gt; 
 &lt;strong&gt;SESS&#195;O DE JULGAMENTO: 26/08/2008&lt;/strong&gt; 
 &lt;a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/ConsultaDocGedWeb/faces/ResourceLoader.jsp?idDocumento=0003481A29F5677522352F494A112C6B7F8A18C402111755" target="blank"&gt; &#205;ntegra do Ac&#243;rd&#227;o&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;center&gt;&lt;a href="http://www.tj.rj.gov.br/scripts/weblink.mgw?NUM=25&amp;amp;MGWLPN=DIGITAL1A&amp;amp;LAB=EMENxWEB&amp;amp;ORI=4&amp;amp;ANO=2008&amp;amp;PGM=WEBEMEN01&amp;amp;Consulta=Pesquisar#TOPO"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</body>
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    <title>Jurisprud&#234;ncia Criminal do Tribunal de Justi&#231;a do Rio de Janeiro - Ement&#225;rio 25</title>
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    <body>&lt;span class="titulo_texto"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;amp;valor=Resp%201050199" target="janela_processos" class=""&gt;Resp 1050199&lt;/a&gt;
&lt;span class="titulo_texto"&gt;
&lt;/span&gt;   &lt;div class="conteudo_texto"&gt;A possibilidade de resgate das obriga&#231;&#245;es ao portador decorrente de empr&#233;stimo compuls&#243;rio cobrado entre 1964 e 1968 sobre as contas de energia el&#233;trica j&#225; est&#225; consumada. A Primeira Se&#231;&#227;o do Superior Tribunal de Justi&#231;a (STJ) julgou a mat&#233;ria e definiu que os t&#237;tulos emitidos pela Eletrobr&#225;s sofreram decad&#234;ncia e n&#227;o podem mais ser resgatados pelos consumidores. 

A quest&#227;o foi decidida como recurso repetitivo, de forma que os processos que versam sobre o mesmo tema nos tribunais dos estados devem ter a mesma orienta&#231;&#227;o. A Primeira Se&#231;&#227;o, ao julgar o recurso de um consumidor contra a Eletrobr&#225;s, definiu que as obriga&#231;&#245;es ao portador n&#227;o se confundem com as deb&#234;ntures. A relatora do caso, ministra Eliana Calmon, tra&#231;ou a distin&#231;&#227;o entre ambas, bem como entre prescri&#231;&#227;o e decad&#234;ncia, definindo que as obriga&#231;&#245;es j&#225; n&#227;o podem ser mais resgatadas na Justi&#231;a. 

Institu&#237;do em favor da Eletrobr&#225;s pela Lei n. 4.156/62 para vigorar de 1964 a 1968, o empr&#233;stimo compuls&#243;rio sofreu v&#225;rias altera&#231;&#245;es com o tempo. A hip&#243;tese dos autos diz respeito &#224;s altera&#231;&#245;es estabelecidas pelo Decreto-lei 644/69, em que o consumidor, de posse da conta de energia quitada com o pagamento do empr&#233;stimo, procedia &#224; troca por obriga&#231;&#245;es ao portador. Decorrido certo prazo, o resgate se daria em dinheiro, sendo facultada &#224; Eletrobr&#225;s a troca das obriga&#231;&#245;es por a&#231;&#245;es preferenciais da companhia. 

De acordo com a defesa da parte, as obriga&#231;&#245;es emitidas eram t&#237;tulos de natureza privada. Alegou ainda que, esgotado o prazo de resgate das obriga&#231;&#245;es emitidas ao portador, sem que a Eletrobr&#225;s as tenha restitu&#237;do em moeda corrente, ou convertido em moeda pelo prazo de cinco anos veiculado pelo Decreto 644/69, surge o direito do devedor de buscar tal pretens&#227;o, pass&#237;vel de exerc&#237;cio no prazo de 20 anos. Para a defesa, as obriga&#231;&#245;es da Eletrobr&#225;s constituem t&#237;tulos de cr&#233;dito com natureza jur&#237;dica de deb&#234;ntures, pass&#237;veis de serem convertidas em a&#231;&#227;o. 

A ministra Eliana Calmon destacou que as obriga&#231;&#245;es ao portador emitidas pela Eletrobr&#225;s em raz&#227;o do empr&#233;stimo compuls&#243;rio n&#227;o se confundem com as deb&#234;ntures, portanto n&#227;o se aplica a regra do artigo 442 do C&#243;digo Comercial, segundo o qual prescrevem em 10 anos as a&#231;&#245;es fundadas em obriga&#231;&#245;es comerciais contra&#237;das por escritura p&#250;blica ou particular. 

Segundo a ministra, n&#227;o se trata de obriga&#231;&#227;o de natureza comercial, mas de rela&#231;&#227;o de direito administrativo a estabelecida entre a Eletrobr&#225;s (delegada da Uni&#227;o) e o titular do cr&#233;dito, aplicando-se a regra do Decreto 20.910/32. &#8220;O direito ao resgate configura-se direito potestativo e, portanto, a regra do artigo 4&#186;, par&#225;grafo 11, da Lei 4.176/62, que estabelece o prazo de cinco anos, tanto para o consumidor efetuar a troca das contas de energia por obriga&#231;&#245;es ao portador, quanto para, posteriormente, efetuar o resgate, fixa prazo decadencial e n&#227;o prescricional, afirma a relatora.



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    <title>STJ : Obriga&#231;&#245;es ao portador emitidas pela Eletrobr&#225;s por empr&#233;stimo compuls&#243;rio n&#227;o podem ser resgatadas</title>
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    <body>Bras&#237;lia - A intensidade com que os militares reagiram, em 1968, &#224;s crescentes manifesta&#231;&#245;es populares pela retomada do Estado Democr&#225;tico de Direito foi tamanha, que pegou de surpresa todos os opositores ao regime institu&#237;do pelo golpe de 1964. A afirma&#231;&#227;o &#233; do senador Pedro Simon (PMDB-RS) que, &#224; &#233;poca da edi&#231;&#227;o do &lt;a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/12/12/materia.2008-12-12.1754507869/view" target="_self"&gt;Ato Institucional n&#186; 5&lt;/a&gt;, em 1968, era deputado estadual pelo Rio Grande do Sul.

Para Simon, os militares usaram o pedido de cassa&#231;&#227;o do deputado M&#225;rcio Moreira Alves (PMDB-RJ) apenas como um pretexto para consolidar a perman&#234;ncia indefinida no poder. Moreira Alves desancou o as For&#231;as Armadas em um discurso da tribuna da C&#226;mara, no qual pedia que o povo n&#227;o participasse das comemora&#231;&#245;es do 7 de setembro e que as mo&#231;as n&#227;o namorassem militares.

&#8220;O discurso do M&#225;rcio Moreira Alves, em si, foi um discurso ing&#234;nuo, bobo, um pinga-fogo de cinco minutos. Era verdade que ele dizia para as garotas n&#227;o namorarem os cadetes, at&#233; para as mulheres dos militares fazerem greve de sexo enquanto eles n&#227;o retomassem a democracia. Para surpresa, dois dias depois veio a rea&#231;&#227;o [&lt;em&gt;dos militares&lt;/em&gt;] e houve o pedido para processar o M&#225;rcio Moreira Alves&#8221; recordou.

Diante da situa&#231;&#227;o posta e da mesma radicaliza&#231;&#227;o assumida por opositores ao regime, Simon optou pela resist&#234;ncia pol&#237;tico-partid&#225;ria. De acordo com o parlamentar, a postura assumida pelos pol&#237;ticos que se entrincheiraram no Movimento Democr&#225;tico Brasileiro (MDB) foi tachada como &#8220;covarde e acomodada&#8221; por colegas, que combatiam a ditadura e optaram pela luta armada.&#8220;Eles diziam que era um absurdo, que era uma loucura, porque ir&#237;amos ficar aqui 200 anos na base da mentirinha&#8221;, recorda o peemedebista.

Simon tamb&#233;m aprendeu suas li&#231;&#245;es nos 21 anos de combate institucional &#224; ditadura militar. &#8220;A gente tem que ter muito cuidado na vida pol&#237;tica, porque &#233; f&#225;cil voc&#234; cair e &#233; dif&#237;cil voc&#234; retomar&#8221;, avaliou.

Um dos autores do pedidos do &lt;em&gt;impeachment&lt;/em&gt; do ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTB-AL), hoje colega de Senado, Pedro Simon viveu este momento pol&#237;tico em 2005, quando o presidente Luiz In&#225;cio Lula da Silva passou pelo per&#237;odo mais dif&#237;cil de seu governo, com as investiga&#231;&#245;es da CPI do Mensal&#227;o, que levou &#224; demiss&#227;o o ent&#227;o ministro-chefe da Casa Civil, Jos&#233; Dirceu.

Naquele momento, afirmou Simon, o PFL [&lt;em&gt;hoje, Democratas&lt;/em&gt;] teria reunido juristas para avaliar um pedido de &lt;em&gt;impeachment &lt;/em&gt;do presidente Lula. &#8220;Eu fiquei sabendo e fui l&#225;, eu fui um dos coordenadores do &lt;em&gt;impeachment&lt;/em&gt; do Collor, e disse: &#8216;Olha, voc&#234;s est&#227;o cometendo um equ&#237;voco. Me perdoem os juristas, mas para fazer a peti&#231;&#227;o de &lt;em&gt;impeachment&lt;/em&gt; n&#227;o precisa de jurista. Eu mesmo, que sou um advogadozinho, fa&#231;o. O problema &#233; botar a marca na peti&#231;&#227;o, o problema &#233; o embasamento pol&#237;tico, a cobertura&#8221;, relatou o senador do PMDB.

&lt;span class="assinatura1"&gt;&lt;block&gt;Marcos Chagas&lt;/block&gt;         
         &lt;em&gt;&lt;block&gt;Rep&#243;rter da Ag&#234;ncia Brasil&lt;/block&gt;&lt;/em&gt;         
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    <title>AI-5: Pedro Simon diz que ato foi rea&#231;&#227;o dos militares &#224;s manifesta&#231;&#245;es populares pela democracia</title>
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 &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;

 &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;

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 &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Vejo a terra daqui de cima desta velha Castanheira,&lt;/FONT&gt;



 &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;A terra j&#225; n&#227;o &#233; redonda &#233; arrendada.&lt;/FONT&gt;

 &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Coron&#233;is e pol&#237;ticos brincam algum tipo de ciranda,&lt;/FONT&gt;

 &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;A noite aparece com fitas azuis.&lt;/FONT&gt;

 &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Olho na dire&#231;&#227;o vermelha do rio&lt;/FONT&gt;

 &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;E novamente a terra n&#227;o &#233; redonda &#233; arrendada.&lt;/FONT&gt;

 &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Rendas de um luto quase azul, grito noturno de nenhum p&#225;ssaro.&lt;/FONT&gt;

 &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Meu bote voa por sobre dinamites.&lt;/FONT&gt;

 &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=3&gt;Se acreditasse em tua virtude teria virado p&#243;.&lt;/FONT&gt;



Blog ArteLivre em &lt;A href="http://jaieldeassis.blogspot.com/"&gt;http://jaieldeassis.blogspot.com&lt;/A&gt;

&lt;A href="mailto:jaiel.de.assis@gmail.com"&gt;jaiel.de.assis@gmail.com&lt;/A&gt;









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    <title>Do Livro Poesia Velha - De Jaiel de Assis</title>
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    <body>&lt;div class="conteudo_texto"&gt;
A Corte Especial do Superior Tribunal de Justi&#231;a (STJ) deve analisar, na pr&#243;xima quarta feira (3), como os ministros devem proceder em rela&#231;&#227;o aos pedidos de desist&#234;ncia formulados nos processos afetados como incidente de processo repetitivo. 

A quest&#227;o foi levada a julgamento nesta quarta-feira (26) na Segunda Se&#231;&#227;o em uma quest&#227;o de ordem de autoria da ministra Nancy Andrighi. A ministra defendeu levar o assunto &#224; an&#225;lise dos ministros que comp&#245;em a Corte em raz&#227;o do pedido de desist&#234;ncia dos advogados depois que dois processos foram inclu&#237;dos em pauta. 

Os recursos levados &#224; Se&#231;&#227;o seguem as diretrizes da Lei n. 11.672/20008, a Lei dos Recursos Repetitivos, que entrou em vigor em agosto deste ano. As decis&#245;es proferidas nesses recursos devem servir de base para fixa&#231;&#227;o de importantes teses. No caso, os processos discutem a legalidade de cl&#225;usula de contratos banc&#225;rios que prev&#234;em a cobran&#231;a de comiss&#227;o de perman&#234;ncia quando o consumidor se torna inadimplente. 

S&#227;o milhares de processos &#224; espera de uma defini&#231;&#227;o do STJ. Segundo a Lei dos Recursos Repetitivos, todos os processos relativos &#224;s mesmas mat&#233;rias s&#227;o suspensos nos estados quando se instala um incidente. 

A ministra ressaltou que tem sido pr&#225;tica recorrente nos tribunais superiores o pedido de desist&#234;ncia &#224;s v&#233;speras de importantes julgamentos, especialmente ap&#243;s o advento da Lei n. 11.418/2006, que criou o mecanismo de repercuss&#227;o geral no Supremo, e a Lei n. 11.672/2008. 

&lt;strong&gt;Ministros divergem na Se&#231;&#227;o 
&lt;/strong&gt;
Por maioria de votos, a Segunda Se&#231;&#227;o decidiu levar o assunto &#224; Corte ap&#243;s intenso debate entre os ministros. As posi&#231;&#245;es oscilavam entre a homologa&#231;&#227;o do pedido de desist&#234;ncia, defendida pelos ministros Fernando Gon&#231;alves e Jo&#227;o Ot&#225;vio de Noronha, at&#233; a aplica&#231;&#227;o de penalidades ao advogado que formulou o pedido de desist&#234;ncia, posi&#231;&#227;o defendida pelo ministro Aldir Passarinho Junior. 

Para o ministro Aldir Passarinho Junior, a parte tem o direito de desistir, mas os advogados devem agir com boa-f&#233; e lealdade na aplica&#231;&#227;o da Justi&#231;a. O ministro Massami Uyeda vai adiante e acredita que o pedido de desist&#234;ncia num repetitivo &#233; uma afronta n&#227;o ao Tribunal, mas &#224; cidadania, dada a relev&#226;ncia do interesse p&#250;blico em detrimento do privado. 

De acordo com o ministro Uyeda, ningu&#233;m pode se arvorar do absolutismo dos seus direitos. N&#227;o seria razo&#225;vel e proporcional que uma pauta seja divulgada e depois haja um pedido de desist&#234;ncia em assuntos que afetam tanta gente. S&#227;o milhares de casos relativos ao mesmo tema no pa&#237;s e o n&#250;mero de recursos que chegam ao STJ &#233; assombroso: cerca de 360 mil processos ao ano. 

O ministro Sidnei Beneti destaca que a disponibilidade da a&#231;&#227;o pela parte &#233; hist&#243;rica, que vem do tempo em que a lide era individual. Quando foi elaborado o C&#243;digo, em 1973, n&#227;o se imaginava a massa de processos que chegariam aos Tribunais. A Lei dos Recursos Repetitivos n&#227;o pode ser condicionada a uma situa&#231;&#227;o que ficou para tr&#225;s. Esse posicionamento tamb&#233;m foi defendido pelo ministro Carlos Mathias e Luis Felipe Salom&#227;o.
&lt;a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;amp;valor=Resp1063343/RS"&gt;Resp1063343/RS&lt;/a&gt;


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    <body>&lt;div class="manchete_16" style="color: rgb(102, 102, 102); padding-top: 13px;"&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_txtAnteTitulo" style="font-size: 16px;"&gt;Portugal tamb&#233;m ter&#225; sido notificado, adianta o "El Pa&#237;s"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                 &lt;div class="manchete_24"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_txtTitulo" style="font-size: 24px;"&gt;EUA informaram Espanha, em 2002, da passagem de avi&#245;es da CIA pelo seu territ&#243;rio &lt;a target="_blank" href="http://10.38.1.194/admin/editaNoticiaHTM.asp?idNot=1351705&amp;amp;id=11"&gt;&lt;img alt="" src="http://ultimahora.publico.clix.pt/includes/img/vazio.gif" style="cursor: default;" border="0" width="15" height="15"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;                 &lt;div class="verdana_10" style="margin-top: 4px;"&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_txtData" style="font-size: 10px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_txtAutor" style="font-size: 10px;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                       &lt;img src="http://lacomunidad.elpais.com/blogfiles/tudo/249710.jpeg" id="img_0" class="imgizqda"&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_txtTextos" style="font-size: 11px;"&gt;Um documento secreto a que o jornal &#8220;El Pa&#237;s&#8221; teve acesso demonstra que o Governo espanhol sabia, pelo menos desde Janeiro de 2002, que os Estados Unidos iriam transportar, pelo espa&#231;o a&#233;reo do pa&#237;s, suspeitos de terrorismo capturados no Afeganist&#227;o, com destino ao pres&#237;dio de militar de Guant&#225;namo. O jornal afirma que outros pa&#237;ses da regi&#227;o, como Portugal, ter&#227;o sido informados na mesma altura.

Na sua edi&#231;&#227;o online, o jornal divulga o "fac-simile" de um relat&#243;rio escrito no dia 10 desse m&#234;s pelo ent&#227;o director de Pol&#237;tica Externa para a Am&#233;rica do Norte do Minist&#233;rio dos Neg&#243;cios Estrangeiros espanhol, Miguel Aguirre de C&#225;rcer, em que relata o encontro que manteve nesse mesmo dia com um conselheiro militar da embaixada americana em Madrid.

No documento, com o carimbo de &#8220;Muito Secreto&#8221;, o respons&#225;vel revela ter sido informado que &#8220;os EUA v&#227;o iniciar muito em breve voos para transferir prisioneiros taliban e da Al-Qaeda, do Afeganist&#227;o para a base de Guant&#225;namo, em Cuba&#8221;.

Clique &lt;a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1351705&amp;amp;idCanal=11"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ler mais no P&#250;blico de Portugal.
&lt;/span&gt;</body>
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    <body>&lt;div class="conteudo_texto"&gt;Um casal entrou na Justi&#231;a com pedido de anula&#231;&#227;o de ato jur&#237;dico, al&#233;m de perdas e danos, contra a m&#227;e e dois irm&#227;os da mulher. A mo&#231;a alega que foi enganada e dolosamente induzida pela m&#227;e a abrir m&#227;o da heran&#231;a deixada pelo pai. A m&#227;e a convenceu sob o pretexto de resguardar o patrim&#244;nio familiar em raz&#227;o do casamento indesejado da filha. Ela acreditava que depois receberia seu patrim&#244;nio de volta. Mas alguns bens foram distribu&#237;dos pela m&#227;e a outros dois filhos e ao tio da autora. 

O pedido do casal foi acolhido em primeira inst&#226;ncia e a doa&#231;&#227;o foi anulada. A apela&#231;&#227;o foi parcialmente provida para estender a anula&#231;&#227;o aos neg&#243;cios jur&#237;dicos decorrentes da doa&#231;&#227;o. Assim como o ju&#237;zo de primeiro grau, o Tribunal de Justi&#231;a de S&#227;o Paulo entendeu que realmente houve dolo, ou seja, um v&#237;cio de consentimento capaz de anular a doa&#231;&#227;o. 

A m&#227;e e os irm&#227;os da autora da a&#231;&#227;o inicial recorreram ao Superior Tribunal de Justi&#231;a (STJ) alegando que o tio da mo&#231;a e sua esposa, tamb&#233;m beneficiados pela doa&#231;&#227;o, deveriam integrar o p&#243;lo passivo da a&#231;&#227;o. Argumentaram ainda que n&#227;o houve v&#237;cio de consentimento, sendo cab&#237;vel apenas perdas e danos. No recurso tamb&#233;m foi contestada a condena&#231;&#227;o dos irm&#227;os da autora como devedores solid&#225;rios porque n&#227;o teria sido comprovado que eles tamb&#233;m tivessem agido com dolo. 

O relator do recurso, ministro Fernando Gon&#231;alves, ressaltou que verificar se houve ou n&#227;o dolo exigiria o reexame de provas, o que &#233; vedado pela S&#250;mula n. 7 do STJ. O ministro observou que o tribunal estadual considerou inadequada a anula&#231;&#227;o das doa&#231;&#245;es feitas pela filha &#224; m&#227;e sem anular tamb&#233;m todo o neg&#243;cio decorrente desse ato. Assim, n&#227;o &#233; v&#225;lida a alega&#231;&#227;o de que a autora da a&#231;&#227;o quer anular a doa&#231;&#227;o feita ao tio que, portanto, n&#227;o tem que ser parte obrigat&#243;ria no processo. Como essa quest&#227;o n&#227;o foi devidamente tratada no tribunal de origem, ela n&#227;o pode ser analisada pelo STJ por for&#231;a de preclus&#227;o consumativa (perda do direito de praticar certo ato processual porque j&#225; o fez de maneira incompleta). 

Quanto &#224; alega&#231;&#227;o de aus&#234;ncia de solidariedade dos irm&#227;os por falta de dolo, as decis&#245;es de primeiro e segundo grau atribu&#237;ram a conduta dolosa aos tr&#234;s r&#233;us, m&#227;e e irm&#227;os, de forma que todos s&#227;o respons&#225;veis e sujeitos &#224;s conseq&#252;&#234;ncias das decis&#245;es judiciais, n&#227;o havendo qualquer viola&#231;&#227;o do C&#243;digo Civil. Seguindo as considera&#231;&#245;es do relator, a Quarta Turma do STJ, por unanimidade, n&#227;o conheceu do recurso especial.&lt;/div&gt; </body>
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    <title>Justi&#231;a cancela doa&#231;&#227;o de bens de filha enganada pela m&#227;e</title>
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    <body>&lt;div style="padding-bottom: 10px;"&gt;&lt;a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;amp;valor=HC%20111317" target="janela_processos" class=""&gt;HC 111317&lt;/a&gt;

&lt;span class="titulo_texto"&gt;Ex-prefeito de Vargem Bonita (MG) ser&#225; julgado pela Justi&#231;a Federal&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div class="conteudo_texto"&gt;Cabe &#224; Justi&#231;a Federal processar e julgar delito que atenta contra bem e interesse da Uni&#227;o. Com esse entendimento, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justi&#231;a, por unanimidade, anulou todas as decis&#245;es da Justi&#231;a comum de Minas Gerais envolvendo crimes ambientais praticados pelo ex-prefeito de Vargem Bonita L&#233;lis Jorge Silva e determinou a remessa das a&#231;&#245;es penais para a Justi&#231;a Federal. 

L&#233;lis Silva foi condenado &#224; pena de um ano e dois meses de deten&#231;&#227;o, substitu&#237;da por duas penas restritivas de direitos, por crime ambiental cometido em 2005, pelo desmatamento de &#225;rea de preserva&#231;&#227;o permanente para a constru&#231;&#227;o de uma estrada. O ex-prefeito tamb&#233;m responde a outra a&#231;&#227;o penal pelo desmatamento de mata ciliar de preserva&#231;&#227;o permanente para a constru&#231;&#227;o de uma pousada. 

Quando julgou a quest&#227;o, o Tribunal de Justi&#231;a de Minas Gerais reconheceu a compet&#234;ncia da Justi&#231;a comum por entender que, no caso, o interesse da Uni&#227;o se manifesta de forma gen&#233;rica ou indireta, j&#225; que a conduta delituosa ocorreu na Fazenda Pousada da Limeira, localizada no entorno do Parque Nacional da Serra da Canastra e fora dos limites da reserva, motivo pelo qual se afastou a compet&#234;ncia da Justi&#231;a Federal. 

No habeas-corpus ajuizado em favor do ex-prefeito, a defesa requereu a nulidade da condena&#231;&#227;o por absoluta incompet&#234;ncia do Tribunal de Justi&#231;a do Estado de Minas Gerais para julgar o feito, uma vez que os crimes foram praticados em detrimento de bem da Uni&#227;o. Alegou, ainda, impossibilidade de execu&#231;&#227;o das penas restritivas de direito antes do tr&#226;nsito em julgado da condena&#231;&#227;o. 

Segundo a relatora do processo no STJ, ministra Laurita Vaz, ficou constatado que parte da propriedade se enquadra na previs&#227;o constante no artigo 1&#186;, par&#225;grafo 2&#186;, inciso II, do C&#243;digo Florestal, que aponta como &#225;rea de preserva&#231;&#227;o permanente a vegeta&#231;&#227;o ao longo dos rios. Para ela, o crime ambiental ocorreu justamente porque houve dano em mata ciliar apontada como de preserva&#231;&#227;o permanente para resguardar os recursos h&#237;dricos do rio S&#227;o Francisco, que corta v&#225;rios estados da Federa&#231;&#227;o. 

Em seu voto, a ministra ressaltou que, diante de tais considera&#231;&#245;es e do disposto no artigo 109, inciso IV, da Constitui&#231;&#227;o Federal, evidencia-se a compet&#234;ncia da Justi&#231;a Federal para processar e julgar a presente a&#231;&#227;o, j&#225; que o delito atenta contra bem e interesses da Uni&#227;o. O colegiado tamb&#233;m entendeu que o mesmo entendimento se aplica &#224; outra a&#231;&#227;o penal movida contra o ex-prefeito. 

&#8220;Nesse contexto, reconhecida a incompet&#234;ncia absoluta da Justi&#231;a Estadual mineira, resta prejudicado o exame da alega&#231;&#227;o de incompet&#234;ncia do Tribunal de Justi&#231;a pela ren&#250;ncia do paciente ao seu cargo eletivo, bem como o pedido de suspens&#227;o de execu&#231;&#227;o provis&#243;ria da pena restritiva de direitos&#8221;, concluiu a ministra.

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